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De olho na Série D, Próspera tem elenco praticamente formado para o Catarinense

Em entrevista ao Portal 4oito, presidente Israel Rocha deu mais detalhes sobre a temporada 2021 no Time da Raça
Heitor Araujo
Por Heitor Araujo Criciúma, SC, 21/01/2021 - 15:58Atualizado em 21/01/2021 - 16:08
Volpato, com a taça na mão, é um dos que permanece no clube (Foto: Lucas Colombo / MC10)
Volpato, com a taça na mão, é um dos que permanece no clube (Foto: Lucas Colombo / MC10)

O planejamento do Próspera é manter ao menos 75% dos jogadores campeões da Série B estadual do ano passado. De acordo com o presidente Israel Rocha, quase todo o elenco para a temporada de 2021 já faz os trabalhos físicos, iniciados na quinta-feira da semana passada. O objetivo é a permanência na Série A do Catarinense, mas sem descartar uma vaga na Série D do Campeonato Brasileiro. 

"A gente pensa na manutenção dos atletas da Série B, temos confiança, são atletas comprometidos. A base fica, com alguns acréscimos pontuais em posições que achamos interessantes para o nosso objetivo, que é a permanência da Série A do Catarinense", disse o presidente em entrevista ao Portal 4oito.

Sabe-se que nomes como Roberto Volpato e Danielzinho estão entre os que permanecerão no clube. A comissão técnica, chefiada por Paulo Baier, terá o acréscimo de Luciano Almeida, que assumiu como auxiliar técnico.

O futebol seguirá a cargo do diretor executivo, Nei Rama. O clube só anunciará o elenco quando estiver com os contratos assinados, de acordo com o presidente Israel Rocha.

Uma novidade neste ano será a separação das categorias de base do profissional, com a criação do sub-17 e sub-20. "No ano passado a gente estava com uma equipe bastante grande, 41 atletas, muitos do sub-17 e sub-20. Esse ano vamos trabalhar com as categorias não mais diretamente no profissional, o Baier vai ter acesso para tentar buscar um ou outro atleta de interesse", aponta Rocha.

O presidente não esconde as dificuldades que o Próspera terá na elite do futebol catarinense. O primeiro objetivo é a permanência: neste ano, o Catarinense terá 12 equipes, em turno único de todos contra todos, e dois rebaixados. A estreia, segundo Rocha, será em Tubarão, no estádio Domingos Gonzalez, com mando do Time da Raça, contra o Joinville.

"É um campeonato curto, são 11 jogos e a gente disputa a maioria das partidas fora de casa. Talvez esse seja um fator que dificulta o nosso trabalho. A responsabilidade, quando a gente vai para um jogo contra as grandes equipes, é toda deles. A nossa é mostrar que tem potencial para estar nesse espaço de Série A", projeta. 

Mesmo ainda considerado um azarão em Santa Catarina, o clube almeja voos no cenário nacional. "A gente viu que os atletas são capazes de alcançar os objetivos. Nós precisamos de calendário, nossa busca é ter primeiro e segundo semestre. O objetivo é a manutenção, mas pensando também em uma vaga na Série D", conclui Rocha.