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Daniel Freitas fala sobre as eleições de 2020, Reforma da Previdência e Eduardo Bolsonaro

Deputado federal esteve no Programa Adelor Lessa e falou sobre o futuro do PSL
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 18/07/2019 - 08:36Atualizado em 18/07/2019 - 10:29
(fotos: Erik Behenck)
(fotos: Erik Behenck)

O PSL deverá ter candidatos à prefeitura nas principais cidades de Santa Catarina. Conforme o deputado federal Daniel Freitas, em entrevista ao Programa Adelor Lessa, serão feitas reuniões com as executivas locais, para identificar se existem lideranças que possam concorrer. A situação em Criciúma segue indefinida, agora com o nome de Natalino Uggioni em destaque.

“Se chegar no momento e estiver o meu nome, eu vou encarar como uma missão”, disse. “O deputado Jessé é uma figura nova que está com muito foco na Assembleia Legislativa. Nesse primeiro momento ele não tem interesse, mas são opções. O PSL tem o Jessé Lopes, tem o Daniel Freitas e tem o Natalino”, comentou.

Daniel Freitas lembrou que não foi votado em apenas sete municípios e que por outro lado fez a maior votação para um deputado na história em Criciúma. Acredita que a onda das eleições de 2018 vai continuar no ano que vem, chegando para consolidar a posição do partido.

O vereador criciumense Julio Kaminski, que não vive uma boa relação com o PSDB, poderá ser um dos filiados no PSL. Nos próximos meses os deputados federais terão como meta a organização do partido nos municípios.

“É uma movimentação importante que aconteceu. Agora os deputados terão condições de rodarem as executivas em suas regiões e prepararem para as eleições de 2020. Cada caso precisa ser avaliado e levado ao governador antes de fazer o convite”, afirmou. Prefeitos em condição de reeleição também poderão ser convidados para o partido, conforme havia citado o presidente do partido no estado, Fabio Schiochet.

Reforma da Previdência

Daniel foi um dos deputado que votou a favor da Reforma da Previdência, algo que considera fundamental para o futuro do país. “Eu me sinto mais aliviado, sem um peso nas costas. O dólar está descendo e a bolsa subindo. O Brasil está ganhando a confiança dos investidores e isso é muito importante”, afirmou.

Disse que algumas medidas foram tomadas, para que o texto pudesse ser aprovado. “Para não colocar tudo em risco, tiramos os estados e municípios. Ficou para ser decidido no Senado, que é mais fácil do que na Câmara Federal”, pontuou.

Eduardo Bolsonaro como embaixador

“Eu me considero muito amigo do Eduardo. Eu mesmo falei que seria uma oportunidade ímpar de ter uma relação com o país mais poderoso do mundo. É uma troca de sangue, de filhos de presidentes, o Eduardo já atua muito nessa parte de relações internacionais”, comentou. Existe a possibilidade de Eric Trump, filho de Donald Trump, ser embaixador no Brasil, enquanto o filho de Bolsonaro iria para os Estados Unidos.