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Clientes da Cooperaliança não terão redução nas contas de luz

Acontece que a cada ano o subsidio da cooperativa fica menor, empatando com a redução da ANEEL
Erik Behenck
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 28/08/2019 - 09:11
(foto: reprodução)
(foto: reprodução)

No dia 20 a Celesc anunciou que reduziria em média -7,80% das tarifas da energia elétrica. A ação foi possível já que a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) realizou um reajuste para menos nas cobranças da luz. Os consumidores que utilizam o serviço da Cooperaliança não sentirão a redução, conforme explicou o presidente da cooperativa, Reginaldo de Jesus.

Atualmente são 38 mil consumidores utilizando a energia da Cooperaliança. A tarifa da energia elétrica subiu de 42 para 43 centavos por quilowatt-hora, continuando como a mais barata do Brasil. Acontece que a cada ano os subsídios que a cooperativa possui são cortados, assim, mesmo com a redução da ANEEL a conta vai aumentar.

“O Governo Federal ajuda com uma parte, tem os encargos setoriais e através da Eletrobrás nós pagamos. A gente recebe uma parte do subsidio, ao contrário de concessionários coirmãs, por isso o valor mais baixo. A gente tentou buscar algumas alternativas, porque a cada ano aumenta 10%”, disse o presidente.

Segundo ele, existe um limite para este aumento a cada ano. “A Lei diz que o aumento não pode ser maior do que 10%, se aumentar isso no país, não poderá aumentar nada. Como a Celesc reduziu a tarifa, reduzimos o subsídio, então acaba não baixando a tarifa para os consumidores”, concluiu.

De modo geral, a redução da ANEEL quase empatou com a redução do subsídio que garante uma energia mais barata.