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Case Sul: Salvaro afirma que alvará de funcionamento é uma decisão política

Prefeito diz que o Governo do Estado entende a importância das medidas compensatórias
Por Clara Floriano Criciúma - SC, 10/08/2018 - 09:25Atualizado em 10/08/2018 - 10:11
(foto: Daniel Búrigo/ arquivo/ Jornal A Tribuna)
(foto: Daniel Búrigo/ arquivo/ Jornal A Tribuna)

As comunidades de Morro Albino, Espigão da Pedra, Vila Maria e São Domingos aguardavam as medidas compensatórias por ter recebido por ter recebido o Case Sul e a Penitenciária Feminina. O assunto foi debatido em reunião envolvendo o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, o presidente do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) e vereadores da cidade. Na reunião o TJ se comprometeu a contribuir com R$ 1 milhão para fazer as obras reivindicadas pela sociedade.

Hoje pela manhã, o prefeito Clésio Salvaro falou sobre o assunto no Programa Adelor Lessa. "O Tribunal de Justiça entende que o Governo do Estado sabe que tem uma dívida com aquelas comunidades. Essas medidas são necessárias para compensar um pouco a desvalorização. Estamos próximos de chegar a um entendimento", afirmou.

Quando questionado sobre a liberação do alvará para funcionamento do Case, Salvaro disse se tratar de uma decisão política. "Se o Governo do Estado quiser- e a comunidade sabe disso- ele entra na justiça local e pode emitir o alvará de funcionamento. Mas isso não está em jogo. O Tribunal de Justiça sabe que o Estado deve as medidas àquelas comunidades. Mais do que um pedaço de papel, um alvará, é uma questão de justiça para aquelas comunidades", deixou claro.