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"Às vezes se fala que vai coligar com A, B ou C, e não se pensa na população", diz Gean Loureiro

Prefeito de Florianópolis está em Criciúma para participar de encontro do partido União Brasil
Por Marciano Bortolin Criciúma, SC, 03/12/2021 - 18:48 Atualizado em 03/12/2021 - 19:19
Fotos: Paula Borges/4oito
Fotos: Paula Borges/4oito

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Recém formado, através da fusão de PSL e DEM, o partido União Brasil, realiza encontro regional em Criciúma nesta sexta-feira, 3.

Líder do partido em Santa Catarina, o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro, está na região para participar da reunião, porém, antes, esteve no estúdio da Rádio Som Maior, onde falou do atual momento, dos planos do partido, da economia do estado e das eleições de 2022. “Nós, alguns políticos, temos a mania de falar de política e de nomes de candidatos, e esquecer da população. Agora é criar propostas para o estado, alguns nomes se apresentam como opções para o Governo. Às vezes se fala que vai coligar com A, B ou C, e não se pensa na população. O eleitor está por dentro do jogo e quer alguém que tenha capacidade de dialogar com ele”, enfatizou.

Loureiro também falou da sua forma de fazer oposição ao governo de Carlos Moisés da Silva (sem partido). “A minha maneira de atuar é uma relação institucional. O nosso entendimento é de mudança e que algumas coisas poderiam ser feitas de maneira diferente. Uma administração tem acertos e erros para todos os governantes. O nosso papel é discutir com a sociedade”, disse.

Alianças

Sobre as eleições do próximo ano, o prefeito de Florianópolis, comentou sobre o diálogo com outras siglas. “É preciso construir um arco de alianças e que se pense no melhor para a população. Eu não ia renunciar a três anos de mandato em Florianópolis se não acreditasse em um bom projeto para Santa Catarina. Venho conversando com o Milton Hobus, presidente estadual do PSD. Todos sabem da minha relação de amizade e lealdade com o deputado Julio Garcia. O PSD tem bons nomes que se apresentam, então estamos discutindo as possibilidades e em março, se o PSD tiver candidato melhor, eu vou ser cabo eleitoral. Tudo passa ainda pelas instâncias partidárias, eu represento o União Brasil. Busco diálogo com outros partidos, coincidentemente com os mesmos cinco que fazem parte da minha coligação em Florianópolis, todos com uma forma de pensar que faça do nosso estado uma economia mais pujante”, citou.

Ainda durante a passagem por Criciúma, Loureiro teve encontro com o prefeito Clésio Salvaro (PSDB), com quem falou sobre vacinação e, é claro, eleições. “Eu e o Clésio Salvaro conversamos respeitando o partido de cada um. O União Brasil vai buscar a sua definição, ainda não se tem um nome. Hoje o eleitor faz uma avaliação cada vez mais direta sobre o que quer para o seu estado”, relatou.

Polarização

A nível nacional, Gean Loureiro destacou a polarização, o que, para ele, é prejudicial para o processo. “Toda polarização em uma eleição não é salutar porque as pessoas votam contra alguém e não a favor de alguém. É importante construir para que o eleitor vote em propostas. Temos que ter uma discussão sobre a micro e macro econômica, mas temos que reconhecer que o Governo Federal teve o seu avanço, o Ministério da Saúde, mesmo que no início da pandemia demorou um pouco. O que temos que trabalhar de maneira concreta é para termos opções. Acredito que a candidatura de Sérgio Moro é salutar para a eleição, como de outros nomes também”, salientou.

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