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Além do Ideas, médicos do Hmisc podem acionar empresa de pagamentos e Governo de SC

Sindicato prepara ações para cobrar valores de abril e maio; primeiro protocolo pode ocorrer nesta semana

Por Lucas Mackowieski Criciúma, SC, 24/08/2026 - 09:49 Atualizado há 1 minuto
Hospital Infantil Santa Catarina segue funcionando normalmente com a atual gestão | Foto: José Demathé/4oito
Hospital Infantil Santa Catarina segue funcionando normalmente com a atual gestão | Foto: José Demathé/4oito

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Os médicos do Hospital Infantil Santa Catarina podem entrar na Justiça contra mais de uma empresa e também contra o Governo de Santa Catarina para cobrar os pagamentos referentes aos meses de abril e maio. A informação foi confirmada pela presidente do Sindicato dos Médicos da Região Sul Catarinense (Simersul), Cristiane Lopes Coral.

Segundo ela, além da empresa que fazia a gestão do hospital, havia outra responsável pelos pagamentos dos médicos. Por isso, o jurídico do sindicato ainda define quais serão os responsáveis incluídos nas ações.

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Os médicos trabalham normalmente, mas cobram uma solução para os valores pendentes. A documentação está em fase final de organização e, conforme Cristiane, o primeiro protocolo pode ocorrer ainda nesta semana.

Médicos podem incluir mais de uma empresa e o Estado nas ações judiciais | Foto: José Demathé/4oito

Ações podem envolver empresas e Estado

A presidente do Simersul explica que a intenção é responsabilizar todos os envolvidos na prestação e no pagamento dos serviços.

“Provavelmente haverá mais de um protocolo, mais de uma ação contra o Ideas, contra a empresa que fazia o pagamento”, afirmou.
 


O Governo de Santa Catarina também deve ser incluído nas medidas, segundo Cristiane. O Hospital Infantil é uma unidade pública estadual.

Paralisação ainda não tem data

Na assembleia realizada na última quinta-feira (20), a maioria dos médicos também aprovou a possibilidade de paralisação. Por enquanto, não há data definida e os atendimentos seguem normalmente.

Categoria aprovou possibilidade de paralisação, mas ainda não definiu uma data | Foto: José Demathé/4oito 

A categoria decidiu avaliar o movimento caso não haja uma solução para os pagamentos.

Cristiane reforçou ainda que a cobrança é referente à gestão anterior do hospital. A atual organização social responsável pela unidade assumiu posteriormente e mantém o atendimento normalmente.

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