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Afasc nega falta de comida em creche após denúncia viralizar em Criciúma

Vídeo viralizou nas redes sociais e motivou respostas da associação

Por Davi Brabos Criciúma, SC, 21/05/2026 - 14:05 Atualizado há 13 segundos
Denúncia ocorreu no CEI Umberto Cesa, no Capão Bonito - Foto: Reprodução/4oito
Denúncia ocorreu no CEI Umberto Cesa, no Capão Bonito - Foto: Reprodução/4oito

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Após o retorno das atividades das creches da Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma (Afasc), uma denúncia sobre a alimentação das crianças em uma unidade da associação viralizou nas redes sociais. No vídeo, uma mulher grava uma conversa com responsáveis pelo Centro de Educação Infantil (CEI) Umberto Cesa, no bairro Capão Bonito, denunciando falta de comida na unidade.

Em entrevista à Rádio Som Maior, a diretora-executiva da Afasc, Gheniffer Dutra, afirmou que a denúncia não procede. Ela argumenta que o cardápio da Afasc segue a legislação do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e que as refeições são preparadas conforme o número de matrículas de cada unidade.

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“Houve uma gravação que circulou nas redes sociais falando dessa situação. Eu fui até lá apurar e a informação não é verídica. Estamos com a alimentação correta e com o estoque adequado”, garantiu, em entrevista ao Programa Adelor Lessa, nesta quinta-feira (21).

A Afasc oferece cinco refeições diárias às crianças, sendo três lanches e duas refeições principais. Segundo a diretora, cada unidade também faz adaptações conforme as restrições alimentares dos alunos.

“Temos cardápios adaptados para crianças com intolerância à lactose, restrição ao glúten e alergia à proteína do leite”, informou.

As restrições devem ser comunicadas no momento da matrícula. Ainda conforme a Afasc, a quantidade de comida servida é definida conforme o consumo dos alunos, com o objetivo de evitar desperdícios.

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Questionada durante a entrevista, a diretora garantiu que todo o quadro de funcionários voltou a atuar normalmente desde o retorno das atividades, na terça-feira (19).

“Acontecem alguns imprevistos, como funcionários que apresentam atestado”, afirmou. Segundo ela, porém, esse não foi o caso do CEI do bairro Capão Bonito.

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