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A PM catarinense que lidera a Força Nacional

É a primeira vez que uma policial militar de Santa Catarina comanda um batalhão da Força
Por Redação Florianópolis - SC, 15/09/2019 - 15:37

Pela primeira vez uma policial militar de Santa Catarina está no comando de um batalhão da Força Nacional de Segurança Pública. Desde o início do mês, a major Naíma Huk Amarante, 40 anos, lidera uma tropa de 80 homens e mulheres em operações na cidade de Cariacica, no Espírito Santo. A policial catarinense é a única comandante mulher no projeto que envolve mais quatro estados: Pará, Goiás, Pernambuco e Paraná.

O apoio à segurança pública capixaba integra o Programa de Enfrentamento à Criminalidade Violenta, para redução dos índices de homicídio. Trata-se de um projeto-piloto do Governo Federal, com duração prevista de quatro meses. Naíma chegou ao Espírito Santo há dois meses.

Antes dela, outra policial militar de Santa Catarina comandou um pelotão da Força Nacional — vários pelotões compõem um batalhão. Em 2010, a então tenente, hoje major, Andreia Cristina Fergitz, atuou na cidade de Cárceres, no Mato Grosso.

A comandante

Natural de Campina da Alegria, distrito que pertencia ao município de Catanduvas, no Meio Oeste de Santa Catarina, e hoje faz parte de Vargem Bonita, Naíma ingressou na PMSC em 2004, por influência da irmã, Nanon Rosangela Huk Amarante, que já era policial militar. A comandante da Força Nacional chegou ao posto de major em 2017. Passou pelos batalhões de Joinville, Jaraguá do Sul e da Capital, onde atuava no 4º Batalhão desde 2013. Tem pós-graduação em Administração Pública, Ciências Penais e Educação Física Militar. Passou por funções administrativas e operacionais.

Para Naíma, estar na Força Nacional significa um novo desafio pessoal e profissional. “Eu acredito que nossa função, oficial da PM, deve ser cumprida com intensidade. Em cada função que exerci, dediquei toda minha obstinação. Traço metas e crio objetivos e quando consigo alcançá-los sinto necessidade de outras missões, porque acredito que seja essa a função de um oficial: gerir e comandar com entusiasmo até o mais próximo possível do exaurimento da missão”, ressalta.