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2022 é o ano de ouro para energia solar fotovoltaica

Especialista do setor elétrico falou à Rádio Som Maior
Por Vítor Filomeno Criciúma, SC, 02/03/2022 - 09:23 Atualizado em 02/03/2022 - 09:24
Foto: Arquivo/4oito
Foto: Arquivo/4oito

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Em entrevista ao programa Adelor Lessa, da Rádio Som Maior, desta quarta-feira, 02, o coordenador do Instituto Senai de Mobilidade Elétrica e Energias Renováveis, Alexandre Araújo, afirmou que 2022 deve ser de grande importância para a energia solar fotovoltaica. Recentemente, Santa Catarina teve um crescimento de 119,7% na produção desse tipo de energia, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar).

"A questão solar fotovoltaica vem crescendo de forma exponencial e vai crescer muito mais, sobretudo neste ano de 2022, porque a nova resolução permite a possibilidade de adquirir sistemas solar fotovoltaico. Eu diria que é a corrida do ouro da energia solar-fotovoltaica neste ano", previu Araújo.

O especialista creditou esse aumento na geração solar aos valores de instalação dos equipamentos de captação dessa modelo energético. Segundo ele, a pandemia inflou de certa maneira os preços, mas eles devem voltar à normalidade.

"Está ficando bem mais acessível, porque a produção em escala, sobretudo antes da pandemia, migrou dos países europeus para a China. Então, gerou uma produção em escala gigantesca dos módulos voltaicos. Isso aumentou e, por consequência, reduziu os valores. Logicamente, nós estamos na pandemia em que, com a escassez de produtos, aumentou um pouco os valores. Eu tenho certeza que isso vai voltar à normalidade e os preços tendem a cair com a escala", disse o coordenador.

Alexandre Araújo ainda ressaltou que o nível de radiação no Brasil é superior ao da Alemanha, considerada a líder na geração desse tipo de energia. "Um dos maiores produtores de energia solar-fotovoltaica no mundo é a Alemanha. O nível de radiação que ela detém é inferior ao do Brasil. A nossa capacidade é muito maior, diria uns 40% maior, que a da Alemanha. Então, o Brasil é bem servido nesse quesito", explicou.

Confira a entrevista completa:

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