O futebol catarinense pode estar acompanhando o surgimento de mais um talento raro. Aos 11 anos, Francisco Ferreira das Neves , conhecido nas redes sociais como Chico 10naBase, já desperta o interesse de grandes clubes do futebol brasileiro e é apontado como uma das principais promessas da nova geração.
Natural de Gravatal, em Santa Catarina, Chico é filho de Cristiano e Suellen Kindermann. Canhoto, camisa 10, atua como meia pela esquerda e impressiona pela técnica, visão de jogo, personalidade e maturidade dentro de campo. Atualmente, defende o Projeto Anjos do Futsal, em parceria com as categorias de base do Criciúma, comandado pelo professor Jean Reis, referência em formação no Sul, onde vem acumulando atuações que chamam a atenção de observadores de todo o país.
Segundo a família, consultas e contatos de clubes como Grêmio, Palmeiras e Red Bull Bragantino já aconteceram. A decisão, porém, foi pela cautela.
“Entendemos que este é o momento de mantê-lo perto da família, permitindo que continue seu desenvolvimento com tranquilidade. Temos muito orgulho da trajetória que ele está construindo e acreditamos que seu futuro será brilhante”, afirma o pai, Cristiano.
Mas o fenômeno não acontece apenas dentro das quatro linhas. Chico também conquistou espaço nas redes sociais, onde soma mais de 450 mil seguidores, tornando-se um dos perfis esportivos mais acompanhados de Santa Catarina. Seu alcance digital supera, inclusive, o de diversas instituições tradicionais do esporte estadual, reflexo de uma combinação entre talento, carisma e uma produção de conteúdo que conquista torcedores de todas as idades.
“Ver o crescimento dele é desafiador e, ao mesmo tempo, extremamente gratificante. Sou o fã número um do meu filho”, conta Cristiano.
No futebol de base, o talento precisa ser acompanhado de paciência, equilíbrio e boa formação. E é justamente isso que se espera para Chico. Potencial não falta. Cabe agora ao Criciúma Esporte Clube e às pessoas que cercam essa promessa conduzirem esse processo com responsabilidade.
O futebol brasileiro sempre vive em busca do próximo grande talento. Em Santa Catarina, um menino de apenas 11 anos começa a escrever os primeiros capítulos dessa história.
Boa sorte, Chico. Que o talento continue sendo acompanhado pela humildade, pelo trabalho e pela alegria de jogar futebol.
Alex Maranhão Esporte & Negócios
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