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VAR e invasão de campo. As consequências da final do Catarinense

Presidente da Federação Catarinense, Rubinho Angelotti, comenta a situação 
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 22/04/2019 - 08:19Atualizado em 22/04/2019 - 08:24
(foto: arquivo 4oito)
(foto: arquivo 4oito)

A final do Campeonato Catarinense foi disputada no domingo (21), com vitória do Avaí nos pênaltis contra a Chapecoense. Uma das cobranças, realizada por Bruno Pacheco, gerou polêmica – a bola teria entrado e os auxiliarem que cuidaram do árbitro de vídeo (VAR) não deram o gol. A questão deve parar no Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol de Santa Catarina (TJD/SC).

“Um lance daquele é decisão dele no campo, ele não precisa olhar o VAR. É um lance polêmico, um lance de jogo, com certeza a Chapecoense vai recorrer. Eu conversei com o Maninho (Plínio) ontem, estava muito chateado e disse que iria recorrer”, afirmou o presidente da Federação Catarinense de Futebol (FCF), Rubinho Angelotti.

A informação envolvendo o pedido de anulação do jogo foi divulgada em entrevista coletiva na noite de domingo (21), vinda do presidente da Chapecoense, Plínio Arlindo de Nês Filho, em entrevista coletiva.  Assim que a bola tocou a trave e o chão a torcida invadiu o gramado e os avaianos começaram a comemorar.

“Infelizmente manchou a entrega do nosso troféu, teve a invasão de campo do Avaí. É um lance se a bola entra ou não entra, os auxiliares pensaram que ela triscou a linha”, disse Rubinho. A invasão de campo pode custar caro. “O Tribunal pode punir o Avaí com perda de mando de campo e multa. Vamos ver o que o procurador vai citar e o que o Tribunal vai julgar”, completou.

Confira a entrevista na íntegra: