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União de empresários seria o caminho para o Criciúma, acredita Moacir Fernandes

Ex-presidente aponta que últimos modelos de gestão utilizados pelo clube não funcionaram
Por Guilherme Nuernberg Criciúma - SC, 15/05/2020 - 09:51Atualizado em 15/05/2020 - 09:57
Moacir Fernandes participou do programa Nomes & Marcas em novembro de 2019 (Foto: Arthur Lessa)
Moacir Fernandes participou do programa Nomes & Marcas em novembro de 2019 (Foto: Arthur Lessa)

Logo após vir à tona a carta de renúncia do presidente Jaime Dal Farra, que irá gerir o Criciúma até 31 de dezembro, começaram a surgiram especulações de como seria o futuro do clube e quem comandaria a estrutura com a rescisão de contrato com a Gestão de Ativos (GA). 

Com o nome cravado como presidente nos títulos mais importantes da história do Criciúma, Moacir Fernandes, acredita que o clube necessita de um novo modelo de gestão. "O sistema que usamos antigamente hoje para o futebol não se aplica mais. O sistema que está montado hoje, de um dono, também não deu certo", relata o ex-presidente. "Temos que arrumar umas 20 pessoas que queiram participar do Criciúma como uma associação, com previsão de lucro, mas não onerando uma pessoa ou firma única. Tem que distribuir isso para continuar o Criciúma", propôs Fernandes. 

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O ex-presidente se colocou a disposição do clube, mas também afirma que é a hora de uma renovação. "Eu ajudo, a gente tem sentimentos lá dentro mas a minha faixa etária está passando", afirmou. "Se bem dirigido, o Criciúma é viável. Tem que invocar o pessoal que está chegando, uma geração nova. O Criciúma é uma marca da cidade", comentou. 

"Tem que ser um grupo grande, não adianta achar que um vai resolver. A GA com o Angeloni não deu certo, com o Dal Farra não deu certo e não adianta tentar com outro que não vai dar certo. É muito gasto para uma empresa só e tem que fazer investimento para ter retorno lá na frente", afirmou o ex-presidente que detalhou qual seriam os próximos passos após a definição de como seria a próxima gestão do clube. "Agora a questão é começar as reuniões com o pessoal que possa participar, ver quem é que vai liderar isso - que não sou eu - mas provalvemente haverá contatos e reuniões sobre esse assunto", emendou.