Ir para o Conteúdo da página Ir para o Menu da página
Carregando Dados...
CORONAVÍRUS - Saiba mais aqui

Tigre ainda sem nomes para assumir a presidência

Clube busca investidores que indicariam o nome do futuro presidente e terá reunião do conselho deliberativo com ex-presidentes na próxima terça-feira
Heitor Araujo
Por Heitor Araujo Criciúma - SC, 22/05/2020 - 16:21
Foto: Arquivo / 4oito
Foto: Arquivo / 4oito

Segue indefinido o futuro administrativo do Tigre. Ocorre na próxima terça-feira, 26, uma reunião entre ex-presidentes do conselho e do clube para tratar da linha sucessória a Jaime Dal Farra. De acordo com o presidente do conselho deliberativo, Carlos Henrique Alamini, ainda não há propostas oficiais e nem declarações de interesse sobre possíveis investidores.

Alamini disse à reportagem que o processo deve levar algumn tempo. "Pegamos a carta no dia 13, é tudo muito próximo ainda. Infelizmente não temos nada, estamos no aguardo. Estamos torcendo que seja feita alguma proposta ou ideia de gestão do clube. Qualquer proposta será analisada e levando ao conselho", falou o conselheiro.

Há grande indefinição sobre o modelo de gestão que o clube seguirá a partir da saída de Dal Farra, assinada para o dia 31 de dezembro. Comenta-se nos bastidores que o clube poderá ter um grupo de investidores, que indicaria um nome para assumir a presidência do clube. 

"Existem muitas situações que teriam que ser analisadas. O sistema presidencialista, único, que vive de mensalidade de sócio na minha cabeça não existe mais. Tem que ter uma outra condição que seja de um investidor único ou vários investidores elegendo um presidente. Tem vários modelos de administração que podem dar certo. Tem que colocar no papel e ver o mais vantajoso para o clube. Vai ser votado e que seja escolhido o melhor para o clube", apontou Alamini.

Surgiu a especulação de que o ex-presidente do Tigre, Moacir Fernandes, estaria organizando um grupo de investidores para a gestão, mas não teria interesse em assumir a presidência. Alamini disse que não há nenhuma negociação nesse sentido. "Seria ótimo, sem dúvidas, mas não temos nada de pessoas demonstrando esse interesse diretamente. Acredito que seja muito cedo de cobrar que alguém se posicione. Tem muita articulação envolvida, não é em cinco ou seis dias que se resolve uma substituição", afirmou. 

"Confio naquilo que tenho dito. Criciúma é um grande nome, um grande clube, de expressão mundial. Acredito que devam aparecer pessoas para tocar o Criciúma. A minha percpeção é de que até dezembro a gente tenha uma pessoa ou grupo de pessoas que se posicionem a favor do clube", concluiu o presidente do conselho.