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SC Gás informa reajuste médio de 3,7% na tarifa do estado

Presidente da instituição falou sobre o assunto no Programa Adelor Lessa

Por Vitor Ávila 17/06/2024 - 11:35 Atualizado em 17/06/2024 - 11:36
Foto: Divulgação/ SC Gás
Foto: Divulgação/ SC Gás

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A SC Gás informa que o reajuste no preço da tarifa produto será de 3,7%. Segundo o presidente da instituição, Otmar Müller, o aumento se dá principalmente pelo custo do transporte e distribuição, pelo preço do produto em si e também o baixo consumo de gás natural em Santa Catarina.

"O preço é composto pelo gás propriamente dito esse é o item de maior peso na conta, ele representa em torno de 60% a 63% da composição do custo. E, no gás, nós estamos tendo uma redução de 0,2%. Aí, outro componente é o transporte do gás, Brasil - Bolívia. Então, nesse ponto, teremos ali um reajuste de menos 1,3%. E o que pega nessa revisão é o custo dele, o custo de distribuição tem um preço na tarifa de 23%, mas nesse quesito nós estamos tendo um aumento de 19,3%. Então, isso faz com que o aumento seja de 3,7%" ressaltou.

Ele concedeu entrevista ao Programa Adelor Lessa, da Rádio Som Maior:
 

Segundo Müller houve uma redução do consumo de gás em Santa Catarina que influência na parcela do Sistema de Gestão Ambiental (SGA). "E nós tivemos uma redução de praticamente 30% no consumo de gás. Então, isso faz com que a parcela da SGA fique mais pesada Os custos fixos da SGA subiram apenas 0,4% do ano de 2023 para 2024. Porém, como o volume caiu 29%, então, você tem um custo fixo, quanto menor o denominador, maior passa a ser o custo unitário", ressaltou.

Pontos para a queda no consumo

A principal queda no consumo, de acordo com o presidente, foi na indústria. "Então, nós perdemos 94 milhões de metros cúbicos no ano passado na indústria. Isso é decorrente especialmente da retração da construção civil. Porque a cerâmica que abastece indústria de vidros, parte da metal mecânica da região norte do estado, são afetados pela retração da construção civil", apontou.

Outro fator é na parte dos veículos. "Uma redução de 82 milhões de metros cúbicos no ano passado. Isso aconteceu em função da desoneração tributária que aconteceu na gasolina, já no período eleitoral anterior, e que depois os impostos da gasolina foram reduzidos, e do gás natural não", pontuou.

O terceiro ponto é a perda de espaço para o gás de cozinha. "O gás tem uma tarifa social, mas ele também é usado por pequenas indústrias, por comércios. Então, nesse segmento, houve indústrias que migraram para o GRP, que nos levou a uma perda de volume de 45 milhões de metros cúbicos no ano", explicou.

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