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Representantes do transporte coletivo reúnem-se com Moisés

Encontro será às 11h desta terça-feira, por intermédio do deputado estadual Rodrigo Minotto
Heitor Araujo
Por Heitor Araujo 12/05/2020 - 10:16Atualizado em 12/05/2020 - 10:17
Transporte Coletivo está sem circulação desde o dia 17 de março (Foto: Arquivo)
Transporte Coletivo está sem circulação desde o dia 17 de março (Foto: Arquivo)

A pressão pelo retorno do transporte coletivo ganha novo capítulo nesta terça-feira, 12. Por intermédio do deputado estadual Rodrigo Minotto, representantes do setor terão reunião com o governador Carlos Moisés (PSL), a partir das 11h. Participarão o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte coletivo de Santa Catarina, Sandoval Caramori, e um diretor da empresa Catarinense. 

"É um debate fundamental. O governo está um pouco afastado desse diálogo, mas estamos reintegrando esse debate para que possamos ter algum avanço neste setor", apontou Minotto.

Em Criciúma, o debate sobre o transporte gerou discórdia entre as empresas do consórcio dos coletivos e os representantes das vans escolares, que fazem o transporte dos trabalhadores do comércio. 

Minotto alegou que o retorno do transporte coletivo é importante para o desenvolvimento econômico do estado. "A decisão é do governador. Nós defendemos isso, temos informações de que é necessária a retomada do transporte coletivo. Percebemos que há necessidade dos trabalhadores se deslocarem para o seu serviço", afirmou.

"A retomada do transporte coletivo é muito importante para o desenvolvimento econômico", acrescentou o deputado.

Impeachment de Moisés

A Alesc prepara-se para receber um protocolo de pedido de impeachment de Moisés, por conta do caso das compras de respiradores mecânicos, apesar das investigações não colocarem o nome do governador como envolvido em irregularidades. Minotto falou sobre o tema.

"Não temos conhecimento do conteúdo (do impeachment). Vamos aguardar se será efetuado hoje o protocolo e aí apreciaremos com nossa equipe jurídica a possibilidade de tramitação desses processo na Alesc", disse o deputado.

"Hoje inicia o trabalho da CPI. Tem que investigar e apurar responsabilidade. Infelizmente, eu como membro da mesa diretora, não tenho condições legais de participar da CPI. Mas vamos acompanhar", concluiu Minotto. 

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