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Regiões periféricas devem ganhar pavimentação em Criciúma

Prefeito Salvaro pensa que o investimento trará mais acessibilidade e segurança
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 11/06/2019 - 08:37Atualizado em 11/06/2019 - 09:05
(foto: arquivo 4oito/Amanda Farias)
(foto: arquivo 4oito/Amanda Farias)

O prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, quer pavimentar ruas em áreas periféricas da cidade. A ideia é aumentar a segurança das regiões próximas do trilho, possibilitando mais mobilidade. Em entrevista ao Programa Adelor Lessa, Salvaro lembrou que as condições das vias dificultam a chegada a Polícia e isso colabora com os criminosos.

“Vamos apresentar um projeto de pavimentação de todas as áreas vulneráveis. Tem outras que não são cortadas pela Ferrovia Tereza Cristina e também merecem atenção”, comentou. O assunto será discutido em uma reunião nesta manhã, envolvendo representantes da Polícia Militar, Polícia Civil, vereadores e FTC.

Segundo ele, o assunto vem sendo analisado pela Secretaria de Planejamento e Mobilidade Urbana. Citou que obras estão sendo realizadas entre Mãe Luzia e Linha Anta, por exemplo, melhorando a acessibilidade. Para o prefeito, onde o Poder Público não vai, os marginais tomam conta, então é preciso fazer este investimento.

“Em alguns casos não é possível fazer uma busca para chegar onde eles estão por falta de acessibilidade. A Prefeitura está oferecendo essas novas viaturas para dar uma segurança maior, embora seja uma responsabilidade do Governo do Estado”, lembrou Salvaro.

E a situação da Casan?

Ontem o prefeito de Siderópolis, Hélio Cesa, o Alemão, renovou o contrato entre o município e a Casan. A Barragem do Rio São Bento fica no município, algo que pode ter enfraquecido o poder de barganha do consórcio. O prefeito de Criciúma garantiu que a posição tomada por Siderópolis não vai mudar a de Criciúma.

“Eu nunca liderei esse movimento. Criciúma tomou a decisão de reduzir, junto a Casan, o valor da taxa do esgoto e a tarifa da água, a Casan não atendeu, só fez uma contraproposta. Em Criciúma nós pagamos 50% mais caro em alguns casos 100% mais caro e isso torna a cidade menos atrativa”, afirmou.