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“O aporte financeiro para o HMISC deve vir do Estado”

Segundo presidente da CIR, o HMISC não pode ser fechado para outros municípios
Por Clara Floriano Criciúma - SC, 06/09/2017 - 09:11Atualizado em 06/09/2017 - 09:15

Nesta quarta-feira (5) os Secretários de Saúde da Amrec realizam reunião para avaliar pedido da prefeitura de Criciúma para participação dos municípios da associação no rateio dos custos do Hospital Materno Infantil Santa Catarina.

Segundo secretário Municipal de Saúde de Forquilhinha e Presidente da CIR (Comissão Intergestores Regional– AMREC), Diego Passarella, na reunião de hoje os secretários não devem ter uma decisão definitiva. “Vamos mais para entender a proposta”, esclareceu.

O secretário destacou a relevância do hospital para o estado e, por isso, acredita que a ajuda de custo deve ser responsabilidade do governo de Santa Catarina.

“(O HMISC) É um equipamento de grande importância não só pra região, mas para a macro região. O aporte financeiro deve vir do estado, que tem uma renda muito maior que os municípios. Acho que a gente tem que se unir e achar a melhor solução pra todo mundo”, disse.

Sobre a proposta de porta referenciada, sugerida pelo prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, Passarella explica que o hospital não pode fechar a porta para outro municípios.

“A partir do momento que tu tem um aporte SUS ele não pode ser fechado para atendimento, independente se os custos são federais, estaduais ou municipais. Ele recebe recursos do Governo Federal para custeio das UTIs”, revelou.

De acordo com Passarella, com a porta referenciada o hospital deve atender casos de urgência e emergência de qualquer cidade. “Não é para o hospital atender casos de dor de barriga, por exemplo. Com a porta referenciada o paciente deve vir de unidades de pronto atendimento tanto de Criciúma quanto dos municípios vizinhos”, esclareceu.