Ir para o Conteúdo da página Ir para o Menu da página
Carregando Dados...
4

Novo passo na busca pela manutenção da Jorge Lacerda

Encontro ocorreu em Tubarão nesta segunda-feira e assunto será levado ao ministro de Minas e Energia novamente
Marciano Bortolin
Por Marciano Bortolin Tubarão, SC, 14/12/2020 - 18:58Atualizado em 14/12/2020 - 19:37
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Mais reunião foi realizada na tarde desta segunda-feira, 14, na busca pela manutenção do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda. Na ocasião, foi formado um grupo de trabalho que será integrado ao grupo formado em Brasília e o assunto será levado mais uma vez ao Ministério de Minas e Energia. “Com boa vontade nós vamos chegar a um entendimento. não vamos aceitar uma decisão tomada unilateralmente. O nosso estado é diferenciado, nós também temos problemas e precisamos estar vigilantes e negociar, e preservar os empregos desta cadeia produtiva. A comissão de Tubarão vai se integrar à comissão em Brasília e vamos tratar como ministro. Vamos tentar trazê-lo para ver de perto do que estamos falando”, enfatizou o senador, Jorginho Melo (PL), em entrevista ao Programa Ponto Final.

Confira também:

Mãos dadas em defesa da Jorge Lacerda

O encontro contou com a presença de diversas lideranças do Sul do estado, desde deputados federais, estaduais, até o governador Carlos Moisés da Silva (PSL). “O Sul de Santa Catarina vai perder muito com isso. Claro que sabemos que o carvão não é uma energia limpa, mas precisamos preservar o emprego. São 20 mil empregos e nós como representantes estamos preocupados. A empresa precisa estar funcionando para poder dar a recompensa para o meio ambiente. Renovar para 2035 e aí gradativamente possa ir se pensando em desativar. Estamos atentos e firmes para defender o Sul de Santa Catarina e a sua economia”, afirmou o senador.

Prefeito de Tubarão, que recebeu a reunião desta segunda-feira, Joares Ponticelli (PP), destacou o tamanho do impacto que a desativação da usina ocasionaria na região. “São 30% de impacto no PIB do Sul do estado. Ainda temos a questão da segurança energética e no passivo ambiental. É preciso que se construa uma solução urgentemente”, falou.