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No clima de sucesso da Carvoeira, Tigre mira a final

Criciúma estima vender até 3 mil camisas na versão preta. Mais 400 estão chegando na loja
Denis Luciano
Por Denis Luciano Criciúma, SC, 05/08/2020 - 07:47Atualizado em 05/08/2020 - 07:57
Divulgação
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Não existe previsão, ainda, de uso da Carvoeira em campo, mas a terceira camisa do Criciúma, lançada na última sexta-feira, 31, já é um verdadeiro sucesso. 

"Ela não é uma edição limitada. É a camisa número 3, oficial, e estará sempre à venda na Loja Tigremaníacos durante a temporada. As primeiras 400 unidades vendemos no dia do lançamento, no sábado mesmo. Nessa sexta vão chegar mais 400, 300 já estão vendidas, e outras 400 chegam na quarta da semana que vem. Acreditamos que poderemos chegar a umas 3 mil camisas vendidas", contou o diretor Comercial e de Marketing do Criciúma, Júlio Remor, em entrevista ao Programa Adelor Lessa desta quarta-feira, 5, na Rádio Som Maior.

Essas boas notícias vêm à tona no dia em que o Criciúma decide uma vaga na final do Campeonato Catarinense. O Tigre encara a Chapecoense a partir das 21h30min, no estádio Heriberto Hülse. Não haverá público, pelas limitações impostas por conta da pandemia de Covid-19, mas o Criciúma persegue a classificação. Na ida, perdeu por 1 a 0. Precisa ganhar por um gol para levar a decisão para os pênaltis ou por dois ou mais gols para definir no tempo normal.

Ainda sobre a camisa

Enquanto isso, a venda da Carvoeira continua. "Na virada do ano, em dezembro para janeiro, a gente optou dentro do clube por construir uma marca própria de fornecimento de material esportivo, criamos a Garra 91 e buscamos uma fábrica, a Spieler Sports, de Joinville. Um dos objetivos era fazer ações como essa, se tu tens um fornecedor tradicional, como é a operação tradicional, a operação é muito engessada, a comunicação é difícil, prazos demorados, esse foi um dos objetivos quando lançamos a marca própria", comentou Remor.

O dirigente lembra que a demanda pela camisa 3 é permanente, em especial na cor preta. "Avisamos a Spieler disso, desde o começo do contrato. A partir de março começamos a trabalhar esse projeto, não era a Carvoeira, seria a camisa preta, fomos desenvolvendo, mudando gola, manga, textura, foi quando apareceu a ideia, assistindo vídeos, monitorando a torcida, remeter a camisa preta ao carvão. A gente chegou a discutir a possibilidade de fazer a camisa preta na campanha Vidas Negras Importam, daí veio a ideia de trazer o orgulho carvoeiro", relatou.

Goleiro Agenor foi um dos atletas que participou da ação de lançamento

Jogadores na mina

A partir da criação do conceito, os jogadores foram parceiros para as fotos que marcaram o lançamento. "O conceito foi criado, com jogadores na mina, no domingo de folga ficaram das 13h às 17h debaixo da mina, incorporaram, usaram a maquiagem do carvão no rosto, no braço, entraram no espírito, no conceito criado, que mexeu com nossas origens e transformou num mimo, num selo de identidade", afirmou Remor. "Fomos criando um clima muito positivo, daí brotou a camisa carvoeira", observou.

O goleiro Agenor foi um dos participantes da campanha. "Foi uma honra poder fazer essa homenagem às nossas origens. Eu, literalmente, entrei no personagem e fiz questão de passar carvão no meu rosto. Não foi simples ficar algumas horas na mina, imagina quem praticamente vivia lá", destacou. " Essa camisa ficará na história do Criciúma. Queríamos fazer e estamos muito felizes", sublinhou o diretor da Spieler Sports, Fernando Kleimmann.

A Carvoeira custa R$ 169,90 na Tigremaníacos.