Ir para o Conteúdo da página Ir para o Menu da página
Carregando Dados...
CORONAVÍRUS - Saiba mais aqui

Não houve cartel dos postos, analisa Procon

Ranking divulgado nesta quinta-feira aponta acréscimo de ao menos 36 centavos no preço do litro da gasolina
Denis Luciano
Por Denis Luciano Criciúma, SC, 07/02/2019 - 23:01Atualizado em 07/02/2019 - 23:05
Foto: Daniel Burigo / A Tribuna / Arquivo
Foto: Daniel Burigo / A Tribuna / Arquivo

Há uma semana o litro da gasolina comum mais barato em Criciúma custava R$ 3,48. Agora, está em R$ 3,84. Essa alta de 36 centavos foi uma das conclusões que o Procon tirou do mais novo ranking, divulgado nesta quinta-feira após visitas aos 44 postos de combustíveis que operam em Criciúma.

"Lavramos autos em todos os postos, requisitando notas de antes e depois do aumento", comentou o coordenador do Procon local, Gustavo Colle. Na análise dos números, e mediante as justificativas dos revendedores, o órgão de defesa do consumidor constatou que não houve formação de cartel.

"Não. É que quando o ranking começou, em novembro, as distribuidoras, a pedido dos postos, ofereceram um subsídio, cobrando R$ 3,42. Eles colocaram margem de lucro baixa para competir. O subsídio acabou segunda-feira, e as distribuidoras passaram a cobrar mais de R$ 3,60. Os postos foram obrigados a aumentar a margem, senão haveria uma quebradeira, por isso estão justificados os valores atuais", pondera o coordenador.

O valor máximo também sofreu oscilação, de R$ 3,89 para R$ 3,99. A gasolina aditivada acompanhou, com a mais barata saltando de R$ 3,53 para R$ 3,84. A mais cara se manteve em R$ 4,39 o litro. Confira nas tabelas abaixo.

Nos demais combustíveis, não houve alterações. Diesel S-10, Etanol e GNV continuam com os mesmos preços mínimos das pesquisas anteriores.

Ouça entrevista do coordenador do Procon Criciúma no Ponto Final desta quinta na Rádio Som Maior.

Confira mais detalhes nesta sexta-feira no Jornal A Tribuna.