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Morre Manoel Carlos, autor que marcou a teledramaturgia brasileira

Escritor faleceu aos 92 anos no Rio de Janeiro

Por Maryele Cardoso 11/01/2026 - 15:58 Atualizado há meio minuto
Escritor enfrentava a doença de Parkinson desde 2019 | Foto: Globo News
Escritor enfrentava a doença de Parkinson desde 2019 | Foto: Globo News

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Um dos maiores nomes da teledramaturgia brasileira, Manoel Carlos morreu neste sábado (10), aos 92 anos, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada por familiares e a causa da morte não foi divulgada.

Conhecido como Maneco, o autor enfrentava a doença de Parkinson, diagnosticada em 2019, com agravamento significativo no último ano. Ele estava internado no Hospital Copa Star, em Copacabana.

A confirmação do falecimento foi feita por meio da produtora da filha, a atriz Júlia Almeida, que divulgou uma nota de pesar.

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Paulistano, Manoel Carlos nasceu em 14 de março de 1933. Iniciou a carreira artística ainda jovem, aos 17 anos, no teatro, como ator. Ao longo dos anos, consolidou-se como autor, diretor e produtor, passando por emissoras como TV Paulista, Tupi, Record, Manchete e Band.

Na TV Globo, onde construiu sua trajetória mais marcante, estreou em 1972 como diretor-geral do “Fantástico”. Poucos anos depois, passou a se dedicar exclusivamente à dramaturgia. Sua primeira novela na emissora foi “Maria, Maria” (1978), exibida às 18h. Em 1980, chegou ao horário nobre como coautor de “Água Viva”.

Entre os principais sucessos estão “Baila Comigo”, “Sol de Verão”, “Felicidade”, “Por Amor”, “Laços de Família”, “Mulheres Apaixonadas”, “Páginas da Vida”, “Viver a Vida” e “Em Família”, sua última novela, exibida em 2014, ano em que se aposentou.

A obra de Manoel Carlos ficou marcada pela retratação do cotidiano urbano, especialmente do Rio de Janeiro, tratado como parte ativa das histórias. Conflitos familiares, dilemas afetivos e personagens femininas fortes foram características centrais de sua dramaturgia.

Outro traço marcante foram as protagonistas chamadas Helena, presentes em diversas novelas ao longo de mais de três décadas e consideradas um dos maiores legados do autor.

Além das novelas, Maneco também teve destaque em séries e minisséries como “Malu Mulher”, “Presença de Anita” e “Maysa: Quando Fala o Coração”.

Recluso nos últimos anos, Manoel Carlos vivia com a família. Ele deixa duas filhas, Júlia Almeida e Maria Carolina. O velório será fechado, restrito a familiares e amigos próximos.

Tags: luto brasil

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