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Médicos falam sobre a profissão e revelam os segredos da residência

Do Avesso recebeu Maikon Madeira e Giovanni Zappellini Filho, formados em 2013
Erik Behenck
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 12/03/2018 - 17:01Atualizado em 12/03/2018 - 21:12
Mano Dal Ponte e Pity Búrigo recebem os médicos Maikon Madeira e Giovanni Zappellini Filho (foto: Kelley Alves)
Mano Dal Ponte e Pity Búrigo recebem os médicos Maikon Madeira e Giovanni Zappellini Filho (foto: Kelley Alves)

Eles carregam a responsabilidade de salvar vidas e estudam durante anos para isso. O Programa do Avesso recebeu os médicos Maikon Madeira e Giovanni Zappellini Filho, formados pela Unesc em 2013 e residentes no Hospital São José. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), a faculdade de medicina tem 12 semestres, após esse período se formam em clínico geral e a residência serve como uma pós-graduação, para se aperfeiçoar em uma área.

“Me apaixonei durante a faculdade, fiquei três anos trabalhando e agora estou realizando meu sonho”, contou Madeira. Ele está no segundo ano de residência em Cirurgia Geral e é presidente da Associação Catarinense dos Médicos Residentes.

Santa Catarina conta com aproximadamente 1.500 médicos em residência. O nome é originário de uma época em que os médicos praticamente moravam nos hospitais para se aperfeiçoarem em uma das áreas da medicina.

Médicos Maikon Madeira e Giovanni Zappellini Filho no Programa do Avesso (foto: Pity Búrigo)

 

A medicina é uma das profissões mais rentáveis do Brasil, com salário médio superior a R$ 8.900. Giovanni Zappellini está no terceiro ano de residência em Ortopedia e Traumatologia. Somente no Hospital São José, atuam 45 médicos residentes, nas formações de Cirurgia Geral, Clínica Médica, Medicina Intensiva, Anestesiologia, Ortopedia, Traumatologia e Cirurgia Cardíaca.

“O esforço é grande, muitos não passam no primeiro, no segundo e nem no terceiro. Aí consegue e tem 6 anos apara estudar, então tem que comemorar”, disse Zappellini. Para ele, um dos piores momentos é quando o paciente frequenta o consultório várias vezes, mas não consegue vencer a doença. “É muito ruim quando o paciente vai e volta várias vezes e depois acabamos perdendo”, destacou.