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Internacionalização é tema de seminário da FIESC

Inteligência comercial e Drawback foram os assuntos identificados para discussão na região
Por Redação Criciúma, SC, 17/05/2019 - 15:42
Divulgação
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Os representantes das Indústrias de pequeno e médio portes de Criciúma e região participaram na noite desta quinta-feira, 16, de um encontro gratuito oferecido pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC). A partir do diagnóstico de maturidade que foi aplicado em um conjunto de empresas em março de 2019, foi identificado dois assuntos para serem discutidos na região: inteligência comercial e Drawback. O evento integra o Programa de Internacionalização, lançado pela FIESC em dezembro de 2018, com o objetivo de tornar as indústrias mais competitivas e prepará-las para as diversas possibilidades que o mercado internacional oferece, seja exportação, importação ou alianças para fazer frente aos concorrentes internacionais presentes no Brasil e no exterior.

Durante o evento foram realizados dois paineis: um com o gerente de internacionalização da FIESC, Yuri Caldeira da Silva e Alexandre Martin que abordaram a inteligência de mercado como estratégia competitiva e o outro proferido por Maria Teresa (Maitê) Bustamante, presidente da Câmara de Comércio Exterior da FIESC que destacou as vantagens do Drawback, regime especial aduaneiro que pode ser utilizado tanto pelas empresas iniciantes na exportação, quanto pelas companhias com volumes expressivos. Com isso, é possível desonerar tributos, promovendo o aumento da competitividade na comercialização dos produtos.

“A FIESC faz esse trabalho com o intuito de aproximar e dar oportunidades para as pequenas e médias empresas buscarem oportunidades no mercado internacional. Uma grande porta que se abre e torna nossas indústrias cada vez mais competitivas”, explica o vice-presidente regional Sul da FIESC, Diomício Vidal.

Atualmente, 2,5 mil empresas catarinenses exportam, sendo que 1,4 mil delas são micro e pequenas. Estas, entretanto, respondem por apenas 2,5% do total (dados de 2018). “O Programa de Internacionalização teve uma primeira fase de sensibilização que foi realizado em março em Criciúma, o segundo passo foi o que fizemos agora, voltamos para a cidade para apresentar aquilo que foi indicado pela região como necessário, nesse caso, a inteligência de mercado e o Drawback. A terceira fase será o plano de internacionalização que é singular e próprio de cada empresa”, explica a presidente da Câmara de Comércio Exterior da FIESC, Maria Teresa (Maitê) Bustamante.