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Futebol em pauta com Ademir Patrício, o Pezão, no Nomes & Marcas

Ex-jogador foi o entrevistado deste sábado (30); ouça o bate-papo completo
Por Geórgia Gava Criciúma, SC, 30/07/2022 - 12:15 Atualizado em 30/07/2022 - 12:51
Foto: Geórgia Gava/ 4oito
Foto: Geórgia Gava/ 4oito

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Um grande nome do futebol esteve no Nomes & Marcas deste sábado (30). Ademir Silveira Patrício, o Pezão, em um bate-papo com o jornalista Adelor Lessa, contou detalhes da sua trajetória, do início até a ascenção na elite profissional. 

Natural do Arroio da Cruz, onde hoje é o Balneário Esplanada, em Jaguaruna, o ex-jogador iniciou a carreira profissional no Próspera. Mas, antes disso, aos seis anos, veio com a família para Criciúma, no bairro Pinheirinho.

[a matéria continua após o áudio]

Ouça a entrevista completa com Ademir Patrício, o Pezão:

"Fui criado com amor e carinho pelos meus pais que deram todos os ensinos que eu poderia ter de educação e conhecimento. Eu lembro daquela epóca com muita saudade, das coisas boas que aconteceram", conta. 

O primeiro filho de seis da família, Pezão sempre gostou do esporte, jogava todos os dias. "Eu não era um dos melhores, tinha gente muito melhor que eu, mas fui persistente e dedicado. Por isso, evolui e cresci no futebol", relembra. 

Antes de iniciar a carreira no esporte, o ex-atleta só trabalhou em uma metalúrgica, também no Pinheirinho, por dois meses. "Depois, fui para o futebol profissional", comenta. "Meu primeiro time, que eu assinei um contrato, foi o Próspera, em 1973. Depois, continuei a carreira no Hercílio Luz", lembra. 

Pezão também passou por times como o Criciúma, Inter de Lages, Atlético Paranense, Ponte Preta, Ceará, Vitória, Bahia, ABC, Avaí, Ubiratan-MS, Ferroviária, Cruzeiro, Passo Fundo, Fortaleza, Potiguar, Tiradentes, Capela, 4 de julho e Nacional-AM. 

"Como eu era um jogador frágil, fisicamente magro, quando fui jogar no Nordeste, tinha que tomar soro antes das partidas porque eu perdia muito peso. Eu iniciava o jogo com 69 quilos e terminava com 67. Ficava desfigurado", detalha Patrício. 

Foi em Criciúma que Pezão deu o pontapé inicial na sua carreira profissional. "Aqui que eu estourei. Tentei, fui persistente. As coisas aconteceram ao meu favor. Quando eu estava desistindo, o Comerciário estava voltando", acrescenta. 

Ademir Patrício, ao longo de 22 anos, atuou no futebol profissional em 28 clubes. 

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