Ir para o Conteúdo da página Ir para o Menu da página
Carregando Dados...

Fórum Econômico Mundial deve ditar o mercado financeiro nesta semana

Evento acontece nesta segunda-feira, em Davos, e contará com a participação do ministro Paulo Guedes
Paulo Monteiro
Por Paulo Monteiro Criciúma - SC, 20/01/2020 - 09:54Atualizado em 20/01/2020 - 09:55
Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil

Dois acontecimentos importantes devem ditar o mercado financeiro mundial ainda nesta semana. Além do mercado estrangeiro estar de olho no resultado das empresas americanas no último trimestre do ano passado, o Fórum Econômico Mundial de Davos, que tem início marcado para a noite desta segunda-feira, 20, também deve impactar o andamento do mercado.

De acordo com o economista Lucas Rocco, a importância do Fórum é ainda maior para o Brasil, já que o evento irá contar com a participação do ministro da economia Paulo Guedes, que falará em painéis e participará de encontro com presidentes de grandes empresas mundiais. “Antes mesmo de começar o evento o Guedes já destacou novamente que o dólar alto e o juros baixo são o novo normal do Brasil, repetindo o tom que já havia trazido em 2019 e que fez o dólar disparar”, disse.

Com isso, a agenda de indicadores fica um pouco mais leve nesta segunda-feira, e aguarda pelas resoluções políticas envolvendo a situação de Guedes no exterior. Outra situação importante para o mercado brasileiros para os próximos dias, é a linha de privatizações que segue sendo tomada pelo governo. 

“O governo está numa onda de privatização, mas tem que privatizar de verdade, já que existem empresas em que o governo não tem o controle e, mesmo assim, possui muitas ações. Temos empresas como o Santander, Itaú, Vivo, Tim e Embraer, 57 participações em empresas que, se o governo vender, vai chegar em R$ 3 bilhões ou R$ 4 bilhões”, afirmou o economista.

Apesar do mercado estar com uma tendência mais tranquila, com leves baixas na bolsa e o petróleo voltando aos US$ 58 o barril, o Brasil aguarda para ver como o dólar deve se comportar após as atuações do ministro da economia no exterior.