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“Eu vou dar uma olhada", comenta secretário sobre o mato na Via Rápida

Carlos Hassler diz que ainda não teve tempo para se aprofundar na questão
Erik Behenck
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 22/02/2019 - 07:45Atualizado em 22/02/2019 - 07:46
(foto: arquivo 4oito)
(foto: arquivo 4oito)

Inaugurada no dia 20 de dezembro de 2017, a Via Rápida ainda não foi concluída. Assim o mato cresce entre os canteiros e dos lados, já que em tese a empreiteira é a responsável pela roçada. Em entrevista ao Programa Adelor Lessa, o secretário de Estado da Infraestrutura, Carlos Hassler, disse que sabe pouco sobre o caso e relacionou a questão a falta de indenizações.

“Esse recurso para a desapropriação já está separado, mas as vezes não está, porque a fonte de desapropriação não é a mesma da obra. As vezes o banco financia a obra de R$ 20, R$ 30, R$ 50 milhões, mas diz que não vai liberar para desapropriações. Nós já criamos uma sistemática para superar esse problema, vamos depositar para o juiz”, afirmou. 

Segundo Hassler, ainda não teve tempo para se aprofundar nas questões da obra. Garantiu que a partir da próxima semana irá estudar o assunto, algo que já havia prometido no dia 4. “Eu vou dar uma olhada de como que tá a questão junto a executora da obra. Se estiver parada, podemos solicitar que a própria empreiteira faça isso. Talvez vamos precisar de um contrato para a manutenção”, comentou.

Confira a entrevista na íntegra: