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Estado vai pagar despesas em UTIs pediátricas particulares

Conseguir um leito na rede pública tornou-se tarefa quase impossível
Por Gregório Silveira Criciúma, SC, 16/05/2022 - 08:39 Atualizado em 16/05/2022 - 08:53
Foto: Divulgação
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Sentimento de impotência. Durante várias horas mães do Sul do estado passaram pelos principais hospitais de Criciúma em busca de uma vaga em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica, para os filhos em estado grave. Apesar do esforço a resposta sempre era a mesma: “Não tem mais vaga”.

Com a lotação no Sistema Único (SUS), o secretário estadual de Saúde, Aldo Batista Neto, garantiu em entrevista ao programa Adelor Lessa, dessa segunda-feira, 16, que o Estado vai arcar com os custos de crianças que necessitem ser encaminhadas para unidades particulares. Cerca de 14 crianças aguardam por uma vaga.

“Não é somente Criciúma. Está faltando leito na rede pública em todo o estado. Não tivemos oportunidade de ampliar as vagas de UTI pediátrica e neonatal. Isso vem por demanda e não havia grande procura até então. Fomos surpreendidos. Temos que ampliar o olhar para essa área. Para as crianças que não conseguirem leitos pela rede pública iremos buscar a vaga na rede particular. O Estado vai arcar com todas as despesas”, afirma Aldo Batista Neto, secretário estadual de Saúde.  

O secretário ainda adianta que a área de procura por um leito será ampliada. “O governador já nos orientou nesse final de semana. Ele disse que se for necessário podemos buscar vagas em outros Estados. As unidades de saúde tem toda essa rede de enlace de rede pública com a rede particular e os pais serão orientados. Mas precisa dar entrada pela rede pública para que o estado possa arcar com os custos”.

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