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Coopera: a energia mais barata para o agronegócio

Cooperativa foi fundada há 60 anos e é uma grande parceria para o desenvolvimento regional
Por PANORAMA AGRO 26/07/2019 - 16:07Atualizado em 26/07/2019 - 18:06 * Conteúdo de responsabilidade do anunciante
(foto: divulgação)
(foto: divulgação)

O cooperativismo é uma importante ferramenta para o desenvolvimento do agronegócio. Através dele, os produtores conseguem uma organização que amplia a capacidade de comercialização, armazenagem e avanços tecnológicos para a produção. Há aproximadamente 60 anos, para suprir o problema de abastecimento de energia elétrica no interior de Forquilhinha, um grupo de 60 pessoas convergiu forças para criar uma cooperativa que levasse energia ao local. Nascia, no dia 27 de janeiro de 1959, a Cooperativa Pioneira de Eletrificação (Coopera).

Hoje, a Coopera é uma referência em serviços na região e uma importante parceira da indústria e do agronegócio regional do extremo sul catarinense. Fornece energia para 24 mil associados, cobrindo todo o município de Forquilhinha, 70% de Nova Veneza e parte do sul de Criciúma. Com uma história de determinação e trabalho, a força que a cooperativa tem atualmente não deixa de surpreender aqueles que participaram do começo dessa trajetória.

Lino Tiscoski, único fundador vivo, homenageado nos 60 anos da Coopera

Seu Lino Tiscoski foi um dos 60 fundadores da Coopera. Hoje com 84 anos, é o único ainda vivo. “Começamos com muitas dificuldades, nós começamos do zero. Meu pai foi chamado para ajudar na construção da cooperativa. Chegou um bilhete para ele ler, como ele não sabia, eu, que era o filho mais próximo, fui para ajudar. Ajudamos nas construções dos postes e tudo", relembra.

Naquela época, a Coopera nascia para suprir uma demanda pontual da população, a de levar energia elétrica até localidades de Forquilhinha. No entanto, ao longo destes 60 anos, a cooperativa foi crescendo, ofereceu novos serviços e hoje fornece a energia mais barata do país.

Para Seu Lino, a Coopera chegou em um patamar impensável no fim da década de 50. "Jamais imaginávamos que ia se tornar tudo isso o que se tornou. Eu vejo assim: tudo valeu a pena. Quando se faz as coisas com amor, com vontade, o querer fazer e querer progedir, pensando nos que estão vindo", celebra.

Para Walmir Rampinelli, presidente em licença da Coopera, aqueles homens fundadores foram visionários “Aquelas pessoas por necessidade, mas mais pela realização de um sonho, se reuniram e tiveram a coragem e a ousadia de criar a Coopera, com o olhar para o futuro e pensando no desenvolvimento da região”, analisa. "Me pergunto se nós, hoje em dia, teríamos essa determinação".

Além de distribuir energia elétrica, a Coopera atura na área da telecomunicação, fornecendo internet para a região urbana de Forquilhinha. Está no plano para o futuro, possivelmente a partir do ano que vem, a disponibilização da internet também para a área rural. De acordo com Walmir, a Coopera “tem uma ligação com o agricultor, nós precisamos manter o agricultor no campo e levar a agricultura 4.0 para o interior”, explica.

Para o agronegócio, a energia barata

De acordo com Rogério Feller, gerente geral da Coopera, o principal benefício que a cooperativa entrega aos pequenos e médios produtores é a energia de qualidade à baixo custo. Dos 24 mil clientes associados, cerca de 2,6 mil são da área rural.

“O agronegócio é um setor muito importante na nossa região. A Coopera sempre está preocupada em atender todos os segmentos da nossa economia regional. De que forma? No preço diferenciado da energia”, avalia Feller.

Para Feller, os pequenos produtores, os grandes engenhos de arroz e cerealistas, sempre terá o trabalho intenso da Coopera para receber a energia de qualidade e com preço reduzido. “Temos que ter sempre uma vigilância muito grande em cima desse setor tão importante para nossa economia”.

“O que nós fizemos foi modernizar as redes da Coopera. Fazer muito investimento, com subestações e ligados na rede básica. A eficiência, o quanto a Coopera é enxuta, com cerca de 80 colaboradores para cuidar de mais de 1,8 mil quilômetros de rede. Por isso a gente consegue trabalhar com essa tarifa que é a menor do Brasil”, explica Feller.

Além do setor de telecomunicação e de distribuição de energia, a Coopera mantém uma loja de materiais elétricos no centro de Forquilhinha. Em stand by está o projeto de, no futuro, conseguir gerar a energia elétrica. Mas essa é outra história, que dentro de alguns anos pode render mais uma narrativa de pioneirismo e determinação dessa cooperativa, que oferece a energia elétrica mais barata para o povo do campo.