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Catarinenses vivem contrastes entre Copa do Brasil e Brasileirão

Por EMARKET 28/05/2026 - 11:45 Atualizado há 3 minutos * Conteúdo de responsabilidade do anunciante
Clubes catarinenses vivem momentos distintos nas divisões nacionais I Foto: Ramiro Furquim/Outro Ângulo Fotografia
Clubes catarinenses vivem momentos distintos nas divisões nacionais I Foto: Ramiro Furquim/Outro Ângulo Fotografia

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O futebol de Santa Catarina chega a um trecho importante da temporada com histórias bem diferentes no cenário nacional. A Chapecoense viveu uma noite marcante ao eliminar o Botafogo da Copa do Brasil, mas ainda sofre na Série A. O Criciúma tenta se manter perto do G6 da Série B. Já Avaí, Barra, Brusque e Figueirense lidam com objetivos distintos em competições que exigem regularidade.

Com clubes catarinenses espalhados pelas quatro divisões do Campeonato Brasileiro e ainda envolvidos em disputas de mata-mata, o torcedor acompanha resultados, escalações, lesões e projeções em tempo real nas melhores casas de apostas. Em um estado com tanta presença no calendário nacional, cada rodada muda a leitura sobre força, elenco e ambição.

A Copa do Brasil também ajudou a medir esse momento. Chapecoense, Barra, Avaí, Figueirense, Joinville e Santa Catarina entraram na competição, mostrando a amplitude do futebol local. Mas, para além da participação, o que pesa agora é entender quem conseguiu transformar calendário em perspectiva real de crescimento.

Chapecoense tem feito histórico, mas sofre na Série A

A Chapecoense viveu seu grande momento recente ao vencer o Botafogo por 2 a 0 na Arena Condá, pela volta da quinta fase da Copa do Brasil. Como havia perdido por 1 a 0 no Rio de Janeiro, a Chape virou o agregado para 2 a 1 e avançou às oitavas. Foi uma vitória de peso, não só pelo adversário, mas pelo contexto de pressão que o clube atravessa.

O problema é que o impacto da classificação não apagou a dificuldade no Brasileirão. Poucos dias depois, a equipe perdeu para o Remo por 3 a 2, também na Arena Condá, em jogo decidido com gol contra no fim. O resultado manteve o Verdão do Oeste na lanterna da Série A e aumentou a cobrança sobre um time que precisa reagir rápido para não se distanciar dos concorrentes diretos.

Por isso, a temporada da Chape tem dois lados. Na Copa do Brasil, o clube ganhou receita, moral e visibilidade. Na Série A, precisa transformar a força de Chapecó em pontos. Se não fizer isso, o feito contra o Botafogo corre o risco de virar apenas uma grande noite isolada.

Criciúma mira o G6 em uma Série B equilibrada

No Sul do estado, o Criciúma vive uma realidade menos dramática, mas igualmente exigente. O Tigre empatou em 1 a 1 com o Atlético-GO no Heriberto Hülse e segue perto da zona de classificação para os playoffs de acesso da Série B. Antes disso, também havia empatado fora de casa com o Juventude, resultado importante contra um adversário direto.

A campanha mostra um Criciúma competitivo, mas que ainda precisa transformar equilíbrio em vitórias. Em uma Série B curta na margem de erro, empatar demais pode custar caro. Ao mesmo tempo, o fato de seguir próximo do G6 mantém o clube dentro da briga e reforça a importância dos confrontos diretos.
O elenco também vive expectativa por retornos importantes para o duelo contra o Operário-PR. Esse tipo de detalhe pesa muito em uma competição marcada por viagens, desgaste e jogos decididos em pequenos momentos.

Barra cresce, Figueirense oscila e Brusque busca afirmação

Na Série C, o recorte catarinense também chama atenção. O Barra vive um momento de afirmação nacional. Depois de conquistar protagonismo no cenário estadual, o clube bateu o Figueirense no Orlando Scarpelli e entrou no G8 da competição. O resultado teve peso simbólico, porque mostrou que o projeto do Pescador não depende apenas do bom momento no Campeonato Catarinense.

Para o Figueirense, a derrota no confronto estadual aumentou a pressão. O clube carrega tradição, torcida e cobrança, mas ainda busca estabilidade em uma Série C muito traiçoeira. Quando os resultados não aparecem, o peso da camisa vira obrigação, não vantagem.

O Brusque, por sua vez, tenta usar a experiência recente em competições nacionais para se manter competitivo. O clube já mostrou organização em outras temporadas, mas precisa confirmar isso em uma Série C que costuma separar rapidamente quem briga pelo acesso de quem apenas tenta sobreviver.

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