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Black Friday: alegria para uns, decepção de outros (VÍDEOS)

Em alguns estabelecimentos, bom movimento, em outros nem tanto. E ainda há quem opte por não participar
Marciano Bortolin
Por Marciano Bortolin Criciúma, SC, 27/11/2020 - 17:09
Filas em lojas do Centro de Criciúma para aproveitar as promoções. Fotos: Marciano Bortolin/4oito
Filas em lojas do Centro de Criciúma para aproveitar as promoções. Fotos: Marciano Bortolin/4oito

A sexta-feira, 27, mesmo chuvosa, foi de corrida às lojas em busca das promoções da Black Friday. Em Criciúma, bom movimento para uns, nem tanto para outros. Ganha mais quem vende eletrônicos, a maior procura dos consumidores. Celulares e televisão estão na ponta da lista dos mais vendidos ao longo do dia.

Na Rua 6 de Janeiro e Praça Nereu Ramos, filas em algumas lojas devido ao controle da entrada de pessoas por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Antes de ingressar na loja e ir ao encontro do desejado produto, os clientes passam pela aferição da temperatura e higienização das mãos com álcool.

O gerente da loja de uma grande rede, Wagner de Souza, destaca que o movimento é bom, mas que o tempo chuvoso evitou que fosse ainda melhor. “O movimento está tímido por conta do tempo, mas mesmo assim estamos com bom fluxo e vendendo muito bem, mas acredito que o tempo prejudicou um pouco. Acho que a chuva da tarde de quinta-feira amedrontou um pouco as pessoas”, salienta.

Ele revela ainda que smartphones correspondem a quase 40% das vendas do dia. “Também há uma grande procura por TVs, produtos de tecnologia é o que o pessoal está procurando muito, mas também há boa venda de máquina de lavar”, revela.

 

Por outro lado, o proprietário de uma loja de colchões, Diego Pavei, não tem tantos motivos para comemorar. “A expectativa era maior do que o que aconteceu. Não sei se por conta de um dia ruim, de chuva, pode ser por causa de toda a situação da cidade devido à Covid-19, para nós não foi o esperado”, relata.

Comerciantes tentam diversas táticas para atrair os clientes

Porém, o saldo de vendas é positivo no estabelecimento. “Começamos há 15 dias, por isso que o mês não foi tão ruim, e iremos fazer somente até este sábado, o dia seguinte da Black Friday. A nossa loja não tem um fluxo de pessoas tão alto, mas tem o álcool gel, ninguém entra sem máscara, tem o limite de pessoas para entrar na loja, a princípio dois clientes por vez. Temos a preocupação e nos cuidamos”, pontua.

Participar da Black Friday é uma opção do lojista, e a proprietária de uma ótica, Carla Fabiana Locks Rossetti, decidiu por não fazer parte. “A gente participava da Black Friday, mas optamos por não participar mais. Sempre pesquisei os preços como consumidora e via que alguns estabelecimentos aumentavam para depois abaixar. Não são todos, mas alguns fazem isso e nós temos muito respeito pelos nossos consumidores”, cita.