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Beto Silva conta detalhes dos mais de 30 anos de carreira

Para o radialista, programa de rádio tem que ter diversão, informação e música
Erik Behenck
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 20/09/2018 - 14:21Atualizado em 20/09/2018 - 14:23

Natural de Belém do Pará, Beto Silva veio para Criciúma e não queria seguir no rádio, mas acabou continuando neste caminho. São mais de 30 anos na área, além de trabalhar na televisão. A relação com a comunicação começaram logo cedo, aos dez anos, quando fazia propagandas em um carro de som com o seu tio. No Programa do Avesso o radialista falou sobre a carreira.

"No rádio tem dois tipos de ouvintes, o ouvinte da rádio e o ouvinte do comunicador. O ouvinte que não importa quem está falando e o ouvinte que muda de emissora se mudar o comunicador", disse. "Hoje para fazer sucesso no rádio não precisa ter uma voz forte, mas sim a comunicação. Antes tinha que ter uma voz empossada, talvez isso ainda tenha em cidades mais pequenas", completou.

No total passou por cinco emissoras de rádio. No início apresentava programas evangélicos e lia trechos da bíblia, uma função que gostava de fazer. Chegando em Criciúma, ganhou destaque logo cedo, conquistando o seu espaço. “Eu gosto de programa alegre, passando informação e com músicas, não é que eu não goste de entrevista, tem público para tudo”, destacou.

Ao longo destes anos o rádio foi passando por algumas mudanças, como a troca do AM pelo FM que ainda está acontecendo. “O velho rádio nunca vai morrer, ele vai se adaptando, tem que fazer essa fusão com a internet”. Quem continua o mesmo é Beto Silva. “Eu não sei se mudei muito não, sou o mesmo ainda. Às vezes fico preocupado, vejo muitos programas de rádio iguais, de manhã, de tal hora até tal hora, os entrevistados as vezes são os mesmos”, analisou.