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Arrobamento a joalheria está em investigação em Criciúma (VÍDEOS)

Assaltantes destruíram vidraça do estabelecimento com veículo na madrugada desta segunda-feira
Redação
Por Redação Criciúma, SC, 14/06/2021 - 19:42Atualizado em 14/06/2021 - 19:44
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A tentativa de furto a uma joalheria no Centro de Criciúma na madrugada desta segunda-feira, 14, está sob investigação da 1ª Delegacia da Polícia Civil de Criciúma. O veículo utilizado para o arrombamento da loja, uma Parati, foi encontrado, mas ainda não há indícios sobre suspeitos da ação criminosa, segundo a polícia. 

Os assaltantes utilizaram o carro para quebrar a vidraçaria da joalheria, localizada na Avenida Getúlio Vargas, na madrugada desta segunda. Câmeras de vigilância do local flagraram o momento da tentativa de invasão.

Segundo informações do proprietário da joalheria, Rodinei Freitas, e do boletim encaminhado pela Polícia Militar, um vigilante de um estabelecimento próximo flargou a ação e começou a buzinar o seu veículo, o que possivelmente teria assustado os assaltantes.

Poucos segundos depois da quebra da vidraça, um homem foi visto saindo da joalheria com as mãos no bolso e o carro empreendeu fuga. Segundo o proprietário Rodinei Freitas, até o fim da tarde desta segunda-feira não foram contabilizados possíveis objetos furtados.

No entanto, Freitas lamenta os prejuízos com a fachada do local e com as bancadas que foram destruídas com o impacto do veículo. "É todo um transtorno, balcões, vitrine e fachada até ficar pronto. Graças a Deus, se levaram alguma coisa foi no máximo um ou dois relógios, o que nessas circustâncias é coisa pouca", disse o proprietário à reportagem.

Ainda de acordo com ele, é a quarta vez que houve tentativa de arrombamento no local. Ele relata, ainda, que já sofreu assaltos a mão armada na joalheria, o que o fez, há três anos, colocar uma guarita durante o horário de expediente.

O caso será investigado pela Polícia Civil. De acordo com a delegacia responsável, ainda é prematuro para falar em suspeitos. Os policiais estão em fases iniciais de investigação, como a análise de câmeras próximas ao local  e outros trabalhos de praxe.