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Ano positivo na economia de Criciúma, mas a construção civil ainda sente a crise

Foram gerados 2.720 empregos até novembro. Reformas tem ajudado os empreendedores
Erik Behenck
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 31/12/2019 - 09:32Atualizado em 31/12/2019 - 09:34

Foi um ano positivo para a economia em Criciúma, com a geração de empregos. Foi o primeiro ano de mandato do governador Carlos Moisés, do presidente Jair Bolsonaro e dos deputados e senadores. Um ano com a aprovação de leis que ajudaram os empreendedores. O presidente da Acic, Moacir Dagostin falou sobre o assunto durante o Programa Adelor Lessa.

“Nós tivemos a reforma trabalhista, teve a reforma da previdência, que vai dar um fôlego muito bom para o governo, tem a reforma do estado e a lei da liberdade econômica. São vários entraves que nós tínhamos e estão saindo”, citou o presidente. No ano que vem, uma nova diretoria entre na Acic, mas ele continua na presidência.

Um dos objetivos para 2020 é qualificar a mão de obra, principalmente na construção civil, sendo um setor que não se recuperou da crise. “Ela ainda não saiu do lugar como deveria sair. Nós tivemos até novembro uma geração de 2.720 empregos e a construção civil estava negativa com quatro empregos”, comentou Dagostin.

As reformas

Entre as reformas já aprovadas pelos novos governantes, uma delas tem trazido benefícios:

“A trabalhista nós já sentimos uma grande diferença, tanto para os empregados quanto para os sindicatos. São adaptações que a gente tem que fazer, para que possamos contratar. Antes tinha alguns entraves, com consultas nos sindicatos, que mandavam demais”, comentou.