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Amrec pede adiamento do ano letivo nas escolas estaduais em 2020

Ofício foi encaminhado solicitando que rede estadual inicie junto com as municipais, no dia 17 de fevereiro
Heitor Araujo
Por Heitor Araujo Criciúma - SC, 18/10/2019 - 14:34Atualizado em 18/10/2019 - 14:36
Foto: Arquivo / 4oito
Foto: Arquivo / 4oito

Os municípios da Região Carbonífera solicitaram ao Governo do Estado uma alteração no  início do ano letivo do ano que vem. Na rede estadual, as aulas começam no dia seis de fevereiro, enquanto nas escolas municipais, no dia 17 de fevereiro.

A intenção das secretarias municipais de educação é alinhar o começo das duas redes na região, ambas para o dia 17 de fevereiro. O principal motivo é em relação ao transporte escolar, organizado pelos municípios para começar junto às aulas das escolas municipais. 

“Nós não temos a resposta ainda, a gerente regional vai ter reunião apenas na semana que vem com a secretaria de Educação. Aqui em Criciúma, nós vamos começar de qualquer maneira no dia 17, mas tem municípios que tem convênio do transporte escolar e, se o Estado não voltar atrás, talvez o retorno das aulas nos municípios seja antecipado para o dia seis", explicou a secretária de Educação de Criciúma, Roseli Pizzolo. Outra alternativa é antecipar apenas o transporte escolar, com o início das aulas permanecendo no dia 17.

Foi encaminhado um ofício ao Governo do Estado, primeiramente pelos secretários municipais de educação e, por último, nesta quinta-feira, pelos prefeitos, após reunião na sede da Amrec, solicitando a troca da data de volta às aulas na rede estadual na região.

Outro entendimento das administrações da Amrec é de que, por ser uma região litorânea, a volta às aulas mais cedo nas escolas do Estado podem prejudicar o turismo. De acordo com Roseli, se a alteração de datas na rede estadual acontecer, poderia ser corrigida com mudanças nas férias de julho. 

“Nas regiões em que a temperatura é mais fria, eles até podem iniciar no começo de fevereiro, porque em julho tem as duas semanas de férias. Mas na região litorânea, o turismo é muito forte em fevereiro e quando começa o calendário letivo, acaba caindo o movimento. Aqui na rede de Criciúma já é assim, apenas uma semana de férias em julho", justificou a secretária.