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A busca pela ampliação das exportações para os EUA

Em reunião com a Fiesc, embaixador americano mostra interesse pelos produtos catarinenses
Marciano Bortolin
Por Marciano Bortolin Florianópolis, SC, 27/07/2020 - 14:38Atualizado em 27/07/2020 - 14:40
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Santa Catarina pode ter o mercado nos Estados Unidos ampliado. A confirmação foi dada pelo embaixador no Todd Chapman, durante reunião on-line da diretoria da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc). A Intenção do governo de seu país, segundo ele, é ampliar as relações comerciais com o estado catarinense. 

A presidente da Câmara de Comércio Exterior da Fiesc, Maria Tereza Bustamante, falou ao jornalista Arthur Lessa, no Programa 60 Minutos, da Rádio Som Maior, que esta é uma resposta a manifestação do sistema Fiesc que em 2019 fez contato com o país. “Inclusive em uma missão comercial no fim do ano e agora em março do presidente Mario Cezar Aguiar com o presidente da República, Jair Bolsonaro. Buscamos estimular cada vez mais a participação de pequenas e médias empresas em exportações aos Estados Unidos”, citou.

Ela fala ainda que agora a Fiesc trabalha para viabilizar a parceria. “Estamos trabalhando na elaboração do mapa de inteligência comercial para identificar os insumos que os Estados Unidos importam do continente asiático que temos produção em Santa Catarina e verificar empresas catarinenses preparadas com tecnologia, preço, prazo para fazer esta oferta. Depois identificar empresas que não estariam preparadas e o que precisam fazer. Temos vários temas em andamento com os Estados Unidos. Muitas atividades em conjunto que têm como objetivo colaborar com a internacionalização da indústria catarinense”, pontuou Maria Tereza. 

Segundo Chapman, existem áreas em que os acordos podem avançar na facilitação de comércio, entre as quais nas questões relacionadas às aduanas, comércio digital, tecnologia, setor de defesa, entre outros. Ele destacou a sensibilidade da questão da tecnologia 5G.