Ir para o Conteúdo da página Ir para o Menu da página
Carregando Dados...

Zonas industriais já estão protegidas no entorno da Via Rápida

Município busca industrializar outras áreas atualmente classificadas como mistas
Paulo Monteiro
Por Paulo Monteiro Criciúma - SC, 15/10/2020 - 14:40Atualizado em 15/10/2020 - 14:40
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Uma das principais ideias em relação à Via Rápida, inicialmente, era fazer com que os dois lados de seu entorno fossem compostos por indústrias. Praticamente três anos após a sua construção, ainda não há indústrias na parte criciumense do trecho da via, mas o seu entorno já conta com zonas industriais protegidas.

“Essa área da Via Rápida já está com toda a sua extensão protegida como zona industrial. Existem algumas pequenas áreas próximas aos trevos de locais onde já existiam habitações e que foram mantidas como mistas, porque não há mais como converter visto que já estava habitado. As outras áreas estão protegidas como zonas industriais”, declarou o diretor de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação da Prefeitura de Criciúma, Claiton Pacheco.

Confira também - Perdendo arrecadação: Via Rápida segue sem data para receber empresas 

A implementação de áreas industriais que não se misturem com habitacionais, em Criciúma, inclusive, vem causando discussões pertinentes. Segundo Claiton, cerca de 15% dos 220 quilômetros quadrados do município já estão reservados como áreas industriais, zona 1 e 2. A ideia de ampliação das áreas rendeu reuniões da Prefeitura, juntamente com a Associação Empresarial de Criciúma (Acic) e o setor produtivo para análise de marginais.

“Analisamos as marginais da Via Rápida mas, também, as marginais do anel de contorno viário. São vias que tem uma vocação maior para se tornarem áreas industriais, e esse processo gerou uma série de reuniões na Acic”, disse Claiton.

De acordo com o diretor, a Acic inclusive já encaminhou à prefeitura uma solicitação para alteração de uma grande área que hoje é mista e que será mudada para industrial. “É uma área na rodovia que vai para Cocal do Sul até a que vai para Siderópolis. Aquele trecho que vai pro anel viário, uma boa gleba de terra que era zona mista e vai se tornar industrial”, disse.