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Via Rápida: Mais dinheiro para desapropriações e iluminação dependendo da Celesc

Obra é considerada não concluída, faltando alguns ajustes finais
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 21/11/2018 - 09:06Atualizado em 21/11/2018 - 09:09
(foto: reprodução)
(foto: reprodução)

Inaugurada no fim de 2017, as obras da Via Rápida são consideradas não concluídas. Em entrevista ao Programa Adelor Lessa, o secretário do Estado de Infraestrutura, Paulo França, falou sobre as desapropriações de terrenos próximos da rodovia, assim como a iluminação, que de acordo com ele, depende da Celesc para sair do papel.

“Temos alguns pontos ali em relação a desapropriações, tem um caso especifico na Terceira Linha, temos que fazer uma alça, e esse processo depende das desapropriações. Temos ainda, na intersecção da BR-101, estamos fazendo um ajuste de contrato, aí poderemos fazer a estadualização”, afirmou França.

O contrato de financiamento com o Banco Mundial foi renovado por mais um ano, para que todas as indenizações sejam pagas. “Nós conseguimos inserir um item que serve para as desapropriações. Estamos buscando consolidar essa fonte de recursos, a obra não tinha recursos totais para desapropriações. Dependia de caixa do estado e uma pequena parte do Banco do Brasil”, explicou.

Manutenção

Atualmente a manutenção é responsabilidade da construtora. França destacou que é possível realizar alterações na parte de ligação com Içara e falou também sobre a iluminação. “Fizemos um convênio entre a Secretaria de Infraestrutura com a Celesc. É através da Secretaria de Infraestrutura, dando liberdade para a Celesc. Já está feito, já está assinado. Já disponibilizamos a cota orçamentária”, garantiu.

Confira a entrevista na íntegra: