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“Vamos terminar o campeonato dentro de campo”, afirma Rubinho

Presidente da FCF comenta decreto do Estado que mantém atividades esportivas suspensas até pelo menos 5 de julho
Marciano Bortolin
Por Marciano Bortolin Criciúma, SC, 01/06/2020 - 16:55Atualizado em 01/06/2020 - 16:57
Foto: Arquivo / 4oito
Foto: Arquivo / 4oito

No Decreto 630/2020, publicado pelo governador Carlos Moisés da Silva (PSL), mantém as competições esportivas em todo o território catarinense suspensos até pelo menos até o dia 5 de julho. Por consequência, o Campeonato Catarinense não volta antes disso.
O presidente da Federação Catarinense de Futebol (FCF), Rubens Angelotti, diz que, caso realmente aja liberação nesta data, os clubes precisarão pelo menos mais 20 dias de treinos. “Hoje, os treinamentos estão liberados apenas em academias e sem contato. Precisamos de seis datas para concluir o campeonato e vamos fazer nem que seja em setembro. A não ser que o pico do vírus suba e não tenha como jogar neste ano”, diz o presidente da FCF, lembrando que os jogos serão sem torcida.

Para Angelotti o decreto não fica muito claro. “O governador passou a responsabilidade para os municípios, mas pode ser que alguns prefeitos não autorizem o retorno, assim como ocorreu com os treinos”, relata. Os treinos profissionais estão liberados pelo Governo do Estado desde o dia 11 de maio e que essa permissão continua em vigor com o decreto assinado nesta segunda-feira.

Já com relação ao Campeonato Brasileiro, Angelotti diz que a CBF possui várias formas para realizar todas as séries. “Porém, tem o problema dos voos. Quantos times viajando para cima e para baixo pelo país todo das séries A, B, C e D?, complementa.

Segundo o secretário de Estado da Saúde, André Motta Ribeiro, o cenário epidemiológico será levado em conta na hora de decidir pela retomada dos esportes. “A partir de 5 de julho, ou até um pouco antes, se começará uma deliberação, considerando o cenário epidemiológico. Irá se verificar, a partir desta data, a possibilidade de flexibilização ou manutenção. O que está se abrindo é uma data para que haja uma deliberação. É preciso analisar o cenário do mês de junho”.