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Tite afirma que não está com o grupo fechado para a Copa do Mundo

Em coletiva realizada em Tubarão, treinador encaminhou convocação de três jogadores para o mundial
Erik Behenck
Por Erik Behenck Tubarão - SC, 05/08/2017 - 13:17Atualizado em 07/08/2017 - 12:19
(foto: divulgação)
(foto: divulgação)

Após realizar palestra em Tubarão no sábado (5), o treinador da Seleção Brasileira, Tite, concedeu entrevista coletiva, onde falou sobre a convocação da equipe para a Copa do Mundo.

“Tem muito tempo ainda, seria irresponsabilidade minha definir uma situação. Jogadores como Daniel Alves, Marcelo e Filipe Luís, todos eles têm um encaminhamento, mas não estão garantidos”, explicou.

Tite adotou um método diferente para as suas convocações. Seu staff conta com nove profissionais, que acompanham mais de 50 atletas na rota da Seleção. Outro fator importante é a constante presença em estádios, seja acompanhando outras seleções ou jogos no Brasil.

“Eu sei como os adversários jogam, é importante ter entrosamento. É um processo de consolidação do esquema, e estabelecendo algumas variáveis dentro de um modelo”, completou Tite.

A recuperação de Paulinho

O volante ficou fora da equipe nacional por quase dois anos. Nesse período trocou o Tottenham, da Inglaterra pelo Guangzhou Evergrande, da China. Quando assumiu o comando da seleção canarinho, Tite convocou Paulinho, que não saiu mais da equipe.

“O Paulinho construiu sua própria trajetória. Ele foi um ícone da Copa das Confederações 2013. A gente dá oportunidade, mas sem competência e qualidade não adianta”, explicou.

Neymar no PSG

Outro assunto comentado por Tite foi a ida de Neymar para o Paris Saint-Germain. Agora o camisa 10 da seleção irá atuar ao lado de outros quatro brasileiros: Daniel Alves, Thiago Silva, Marquinhos e Lucas Moura. 

“É uma situação muito própria, individual. O que é motivação para um, pode não ser para outro. Em regras gerais, que seja feliz ele e a família dele”, pensou.

Futebol Catarinense

O treinador enxerga evolução no futebol de Santa Catarina, com melhoras nas estruturas e tempo para os profissionais trabalharem. Ele destacou a recente presença de quatro equipes do estado na primeira divisão do Campeonato Brasileiro.

“A busca de um crescimento, se consolidando com estrutura, dando suporte para técnicos. O Avai é um exemplo, caiu para segunda divisão e manteve. Técnico não é mágico, necessita de tempo, tomara que Santa Catarina se torne um exemplo”, destacou o comandante.