O governo dos Estados Unidos confirmou que agentes do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega) estarão presentes no Super Bowl LX, marcado para o dia 8 de fevereiro, no Levi’s Stadium.
Segundo o Departamento de Segurança Interna, a atuação faz parte de um plano de segurança ampliado para o evento.
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A medida ocorre em meio a críticas recentes à política migratória do país, após operações federais em Minneapolis gerarem protestos e tensão política.
A presença de agentes em um evento esportivo de grande porte reacendeu o debate sobre os impactos dessas ações em locais com grande circulação de público.
De acordo com informações divulgadas pelo perfil Peleja, analistas e entidades de direitos civis veem a operação no Super Bowl como um teste em larga escala para eventos futuros. A principal preocupação é o efeito direto sobre imigrantes e turistas estrangeiros.
Super Bowl e os reflexos para a Copa do Mundo
Organizações apontam que a estratégia pode funcionar como um “ensaio geral” para a Copa do Mundo de 2026, que será sediada pelos Estados Unidos em parceria com Canadá e México.
ONGs alertam que o endurecimento da fiscalização migratória pode dificultar a presença de torcedores internacionais no Mundial.
Ainda segundo dados e análises compartilhados pelo perfil Peleja, o Departamento de Segurança Interna prevê ações antes, durante e após a partida.
A postura amplia a pressão sobre autoridades locais e federais, que agora precisam equilibrar segurança, imagem internacional e hospitalidade em grandes eventos esportivos globais.
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