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Secretário alega dificuldade em comprovar comorbidades para vacinação contra Covid-19

Segundo Acélio, continuar a vacinação na faixa etária poderia fazer com que imunização fluísse mais rápido
Paulo Monteiro
Por Paulo Monteiro Criciúma - SC, 13/05/2021 - 08:42Atualizado em 13/05/2021 - 08:47
Foto: Arquivo / 4oito
Foto: Arquivo / 4oito

Pacientes estão tendo dificuldade em comprovar suas comorbidades para receberem a primeira dose da vacina contra a Covid-19. De acordo com o secretário de Saúde de Criciúma, Acélio Casagrande, há uma série de requisitos que precisam ser comprovados antes da aplicação do imunizante, o que faz com que a vacinação caminhe mais devagar.

“As pessoas têm uma dificuldade muito grande, o próprio médico já tem dificuldade em dizer quem tem direito ou não [à vacina]”, disse Acélio. “Por exemplo, o asmático leve, simplesmente por ser leve, não consegue ter a dose que tem que ter e é preciso uma série de requisitos e medicações contínuas”, completou o secretário.

Atualmente, Criciúma está vacinando pessoas com comorbidades com 50 anos para mais, assim como gestantes, puérperas e pessoas com deficiência. Até quarta-feira, essa faixa etária era de 55. 

De acordo com o secretário, há algumas comorbidades que são mais fáceis de serem comprovadas, como diabéticos - que geralmente já estão cadastrados nas unidades de saúde. Os demais podem entrar no site Minha Vacina e, lá, introduzir documentos e atestados que possam comprovar as comorbidades. Os que tiverem dificuldades, podem procurar a unidade de saúde.

Ao todo, 22 comorbidades estão listadas como prioritárias nessa fase de vacinação contra a Covid-19. Confira clicando aqui.

Segundo Acélio, seria mais fácil ter continuado diminuindo a faixa etária, para baixo dos 60, para avançar mais rapidamente com a vacinação. “Eu disse para o secretário André, o ideal seria ter continuado. Acabou os 60? Agora vai para 59, 58 anos de idade. Acredito que já estaríamos nos 56 e, definindo essas questões dos crônicos tem dificultado bastante. Os 57, sem comorbidade e nada, ainda não está liberado”, pontuou.