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Se não jogar no HH, Próspera pode mandar jogos em Florianópolis ou até em Itajaí

Diretoria do Time da Raça mantém diálogo com o Tigre sobre possibilidade
Por Marciano Bortolin Criciúma, SC, 14/01/2022 - 15:06
Gramado do Mário Balsini passa por manutenção. Foto: Guilherme Hahn/4oito
Gramado do Mário Balsini passa por manutenção. Foto: Guilherme Hahn/4oito

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Com a reforma do gramado em andamento, o Próspera não poderá mandar os seus primeiros jogos do Estadual no Estádio Mário Balsini. Por isso, a diretoria do Time da Raça busca uma alternativa.

Uma delas é o Estádio Heriberto Hülse - onde o clube já mandou as suas partidas em 2021 -, por isso, o presidente, Israel Rocha Alves, mantém conversas com o presidente do Criciúma, Anselmo Freitas. “Está sendo construído. Da perspectiva do Próspera, é o melhor local para a sua torcida e simpatizantes, mas o gramado do Heriberto Hülse vem passando por um tratamento. Este diálogo está sendo interno porque tem que ficar bom para ambos”, comenta Rocha.

Caso não se viabilize esta alternativa, o Time da Raça terá que mandar os jogos longe de sua torcida. “A alternativa é Tubarão, mas o primeiro jogo é contra o Hercílio Luz e a Federação Catarinense de Futebol entende que, se mandarmos o jogo em Tubarão, estaríamos criando uma vantagem para eles, não em relação ao Próspera, mas aos demais times da competição, porque o Hercílio tem que jogar cinco em casa. Temos a Capital como alternativa B, conversamos com Itajaí, assim como falamos com outros presidentes”, diz.

O primeiro jogo do Próspera como mandante está agendado para o dia 26 de janeiro, contra o Hercílio Luz e o segundo diante da Chapecoense. “A previsão é que façamos o terceiro jogo no Mário Balsini, que será contra o Juventus. A primeira parte é concluir o gramado, um investimento de R$ 600 mil, em razão da logística, a arquibancada móvel será colocada posteriormente. Desde que estou presidente o que vivo dentro do Próspera é pandemia, então a gente não conhecia a receita dos jogos. A outra receita é do sócio torcedor, mas como fazer se o torcedor não podia ir ao estádio. São muitos os fatores que levam a fazer esta obra neste momento. A única maneira de fazer foi justamente quando começamos. Venho explicando que dividimos a receita do futebol com o gramado e na medida que vamos conversando com os patrocinadores, buscamos fazer uma receita de altas compatível, comissão técnica e com o investimento da troca do gramado”, finaliza.
 

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