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Rede de Vizinhos já conta com 10 mil pessoas em Criciúma

Sistema une moradores próximos, dificultando ações criminosas
Erik Behenck
Por Erik Behenck Criciúma - SC, 12/12/2018 - 08:06
(foto: Erik Behenck)
(foto: Erik Behenck)

Um modelo de segurança que tem ganhado destaque nos últimos anos é a Rede de Vizinhos Protegidos. Geralmente funciona por meio da troca de mensagens através do WhatsApp, com o intuito de impedir ações criminosas. Em Criciúma mais de 10 mil pessoas estão participando, enquanto em Içara são mais de 20 bairros. Responsáveis pela Rede estiveram no Programa Adelor Lessa, explicando como funciona.

“As pessoas começam a interagir conosco e o que acontece na rua, eles informam”, disse o Sargento Luciano. “Depois de algum tempo as pessoas começam a se afastar e a Rede tem esse objetivo, de unir os moradores”, completou. Em Criciúma os grupos são feitos por ruas e as casas participantes contam com placas indicativas.

Na cidade o primeiro bairro a ter uma Rede de Vizinhos foi o São Cristóvão. Hoje são mais de 140 grupos e 10.511 pessoas participando. “Se a comunidade se interessar por uma rede de vizinhos, pode buscar o batalhão que a gente indica o caminho”, pontuou o Capitão Marcelo Rodrigues.

Medidas preventivas também são elaboradas, reforçando a filosofia de policiamento comunitário. “Acredito que a vigilância dos moradores ajude bastante. É importante sinalizar para que o agente veja que foi visto e deixe de praticar a ação”, orientou o Soldado Appel. No comércio da região central também existe monitoramento.

Confira a entrevista na íntegra: