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Procon planeja novos rankings para 2019

Após combustíveis, órgão deve divulgar também preços de remédios e itens da cesta básica
Por Bruna Borges Criciúma, 28/12/2018 - 07:36
Arquivo (Guilherme Hahn / A Tribuna)
Arquivo (Guilherme Hahn / A Tribuna)

A iniciativa de divulgar um ranking com os preços dos combustíveis nos postos da cidade, implantada pelo Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de Criciúma este ano, será ampliada em 2019. “Vamos manter o ranking dos preços dos combustíveis e ampliar para outros ramos, como remédios e produtos da cesta básica”, revela o coordenador do Procon, Gustavo Colle.

Na tarde de ontem, o órgão divulgou o último ranking do ano de 2018 que mostrou uma variação média de 4% entre o maior e o menor preço em relação ao litro da gasolina comum. Já a gasolina aditivada teve uma variação de 12%. No diesel S-10 a diferença foi de 15%, no etanol 14%, enquanto no GNV a variação foi de 7%. 

“O objetivo do ranking, quando foi criado, foi justamente para evitar a prática de cartel e deixar transparente o valor do combustível para que o consumidor pudesse escolher onde quer abastecer. E, coincidência ou não, além disso, os valores baixaram drasticamente após a divulgação da primeira pesquisa”, comenta Colle.

“E eles (os preços) continuaram numa decrescente, os valores baixaram da casa dos R$ 4, mesmo com o aumento que a Petrobrás repassou, de R$ 0,10”, complementa o coordenador.

Comparação entre pesquisas

Atualmente, o Procon divulga em seu site o ranking semanal dos preços dos combustíveis. Uma vez por semana os fiscais passam em todos os postos da cidade coletando os valores divulgados nas placas dos estabelecimentos e à tarde a pesquisa é colocada à disposição da população na página do órgão na internet e também pela imprensa.

Para 2019, o Procon disponibilizará mais ferramentas para facilitar ao consumidor o processo de comparação entre um ranking e outro. “Vamos lançar um site novo, comparando pesquisa a pesquisa, com gráficos bem didáticos, até para o consumidor poder avaliar e comparar o percentual”, afirma Colle.

“O objetivo do Procon é aproximar cada vez mais o consumidor do órgão e incentivar que as pessoas busquem os seus direitos”, pontua o coordenador.