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Por que é fundamental investir na educação e no setor produtivo?

Prefeitos debatem desafios e soluções para os problemas regionais
Redação
Por Redação Criciúma - SC, 20/07/2018 - 11:39Atualizado em 20/07/2018 - 11:51

Refletir os problemas regionais e definir possíveis caminhos que levarão a um futuro de desenvolvimento social, econômico, cultural e ambiental são os principais objetivos do fórum para pensar a cidade de Criciúma e Região Sul para os próximos dez anos. Resultado de parceria entre a Som Maior FM e a Unesc, o evento acontece na próxima terça-feira (24) no auditório Ruy Hülse, na universidade.  O Programa Adelor Lessa recebeu hoje três prefeitos da Região para debater o tema.

“Há menos de 100 anos o Brasil era basicamente a monocultura do café, com a chegada de Vargas ao poder mudou-se completamente. O Brasil foi se industrializando e se transformou em uma das principais potencias econômicas mundiais. Nos anos 80 começou um processo de desindustrialização, teve uma retomada no período dos presidentes Lula e Dilma e, hoje, a desindustrialização é extraordinária no país. Esse mesmo fenômeno se manifestou na nossa região. E é a indústria, sobretudo a de transformação, que faz o país se desenvolver. A região passa hoje pela mesma dificuldade, com uma crise economia que dificulta ainda mais”, apontou o prefeito de Içara, Murialdo Canto Gastaldon.

Para o prefeito de Siderópolis e presidente da AMREC, Hélio Roberto Cesa, o Alemão, é preciso reivindicar o desenvolvimento econômico ao Governo. “Acho que a economia brasileira tem a produtividade e nos últimos 15 anos não avançamos quase nada. As dificuldades que eram obstáculos para o desenvolvimento da região foram superados. A classe política fez sua parte. Então temos que fazer este desenvolvimento chegar às pessoas”, afirmou.

Já o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, acredita que faltam investimentos nas pessoas, na educação e, principalmente, no setor produtivo. “O que eu vejo a nível nacional e na nossa realidade, é a burocracia. O Governo, nós, somos menos eficientes que os empresários. Nós atrasamos, empacamos o desenvolvimento. O Poder Público está devendo. A capacidade nossa de ser ágil está sugada por um Governo inchado”, esclareceu.