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Ponte Hercílio Luz será reaberta nesta segunda-feira

Metal que sobrou será reutilizado para a construção de outras pontes
Redação
Por Redação Florianópolis - SC, 30/12/2019 - 07:50Atualizado em 30/12/2019 - 07:51
Foto: Divulgação / Governo do Estado
Foto: Divulgação / Governo do Estado

O dia 30 de dezembro de 2019 será histórico para Florianópolis e Santa Catarina com a reabertura da Ponte Hercílio Luz. Para garantir tranquilidade aos visitantes, as forças de segurança pública do Estado estarão de prontidão nos sete dias do evento com programação gratuita.

Uma “Praça da Segurança Pública” será instalada no Parque da Luz, com unidades móveis da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Instituto Geral de Perícias (IGP). Os profissionais estarão prontos para atender e prestar informações. Além disso, cada órgão de segurança terá atribuições específicas durante o Projeto Viva a Ponte, entre 30 de dezembro e 5 de janeiro.

Além de atrações artísticas, culturais e gastronômicas, o evento de reabertura promete muita adrenalina com várias atividades esportivas que serão realizadas até 5 de janeiro. Cinco empresas foram credenciadas por meio de chamamento público coordenado pela Agência de Desenvolvimento do Turismo (Santur), e serão responsáveis por exibições gratuitas, oficinas e atividades pagas.

Outras pontes serão feitas

Será assinado mais um termo de cooperação, dessa vez para o repasse de três estruturas para Biguaçu. Até o momento, 16 municípios já assinaram o termo para receber os kits metálicos. No total, 144 prefeituras enviaram pedidos, e a intenção da Defesa Civil do Estado é contemplar todas.

O projeto prevê o reaproveitamento de mais de mil toneladas para a construção de 532 pontes metálicas, que irão substituir estruturas precárias, a maioria de madeira, em municípios de Santa Catarina. As primeiras pontes serão entregues a partir de janeiro, assim que as prefeituras concluírem as cabeceiras.

A ação vai resultar na economia de quase R$ 35 milhões para os cofres do Governo de Santa Catarina. "A princípio o material seria vendido como sucata em leilão, mas é de excelente qualidade e com isso buscamos sustentabilidade e valorização dos recursos públicos", comentou o chefe da Defesa Civil de Santa Catarina, João Batista Cordeiro Júnior.