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PDI da Unesc discute prestação de serviços e inovação tecnológica

Através de atividades cooperativas, funcionários colaboraram com ideias para os próximos cinco anos da universidade
Por Redação Criciúma, SC, 26/06/2019 - 20:01Atualizado em 26/06/2019 - 20:24
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Quais os desafios encontrados pelo Parque Científico e Tecnológico (Iparque), da Unesc, na oferta do conhecimento profissional e prestação de serviços para a região? E quais as qualidades do Iparque? Estes foram alguns dos questionamentos que a reitora da Unesc, professora Luciane Bisognin Ceretta, lançou aos colaboradores do Iparque nesta terça-feira, 25, durante a reunião para discussão do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da Unesc.

O PDI é uma maneira de planejar o futuro da universidade para os próximos cinco anos, com prazo de implantação definido entre 2019 e 2023. Com foco no desenvolvimento participativo de pensamentos para o futuro, o encontro discutiu eixos estratégicos para o Iparque, tais como captação de recursos, inovação, meio ambiente e valores humanos, processos internos e, principalmente, a prestação de serviços.

Durante a reunião, os colaboradores foram divididos em três equipes, responsáveis por seis eixos cada. A atividade realizada pelos grupos consistiu em listar qualidades e desafios encontrados no Iparque e que devem ser vistos pela gestão para um melhor planejamento futuro.

Planejar o futuro com o auxílio de todos é um acerto. Quem atesta é o diretor do Iparque, Fernando Bertan. “A atividade realizada hoje é uma oportunidade única para o planejamento dos próximos anos. É um jeito de nos preparamos juntos, como um todo. É fantástico podermos pensar em conjunto com a gestão da universidade”, parabenizou Bertan.

Com o auxílio de todos

Encerrado o debate entre os grupos, as conclusões sobre a atividade foram positivas. “Acredito que a oportunidade de opinar oferecida aos colaboradores é essencial para uma boa dinâmica administrativa entre Iparque e Unesc, além de ser uma iniciativa que vai de encontro com o princípio democrático que a universidade preza, principalmente por ser uma comunitária”, elogiou o coordenador do Centro de Engenharia e Geoprocessamento (Cegeo) do Iparque, Jori Ramos Pereira.

Alinhados e oferecendo voz aos colaboradores, Unesc e Iparque ganham força para desvendar o futuro. Com a atividade, todos os colaboradores do Parque Científico e Tecnológico da universidade puderam deixar sua opinião. “Apontamos novos desafios, bem como nos preparamos para romper barreiras que possam surgir”, continuou o coordenador do Cegeo.

E o espaço para fala foi oferecido para todos. Quem concordou com Jori foi o recepcionista do Iparque, César Niero. “É uma chance interessante para que se melhore ainda mais a estrutura, além de apontar o que temos de melhor aqui no Iparque, como os serviços que auxiliam no desenvolvimento da nossa região e estado”, colocou.

PDI já conta com alto número de colaboradores

Boa parte da comunidade interna da Unesc já colaborou com o PDI. Aproximadamente sete mil acadêmicos deixaram suas ideias para o futuro da universidade. “As reuniões do PDI já alcançaram mais de 15 mil colaborações, vindas de acadêmicos, professores e técnicos administrativos da universidade”, comemorou a reitora da Instituição de ensino, Luciane Bisognin Ceretta. “Com a colaboração do Iparque, esperamos melhorar qualitativamente, ainda mais do que já evoluímos desde que o PDI iniciou, no final de 2018”, completou. 

Através das reuniões internas, o PDI oferece direcionamento para a administração da universidade. “Ele nos diz para onde vamos, o que queremos e precisamos realizar para crescermos ainda mais”, disse Luciane. “Com o PDI, podemos planejar os próximos cinco anos para que pavimentem os próximos 50. É a Unesc do amanhã”, finalizou a reitora.