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Os bastidores do Sex Shop por quem entende do assunto

Empresária ajuda pessoas a vencerem os tabus e preconceitos sobre o prazer
Por Clara Floriano Criciúma - SC, 24/04/2019 - 17:46
Foto: reprodução
Foto: reprodução

Ela se tornou referência no mercado de Sex Shop ajudando as pessoas a derrubarem os tabus e preconceitos sobre o prazer. Maísa Pacheco é proprietária há mais duas décadas de um dos mais tradicionais sex shops de São Paulo, que leva seu nome.


Maísa revelou, em entrevista ao Ponto a Ponto, que 70% do público de seu sex shop é de mulheres héteros, 15% são homossexuais e o restante são homens héteros. "Mas não era bem assim. Há alguns anos, o sex shop era um espaço frequentado por homens. Nessa época, a gente tinha mais VHS e revistas pornográficas. Depois que isso acabou, o sex shop teve que se reinventar e foi aí que começaram a surgir os produtos voltados ao público feminino", revelou.


Hoje, segundo a empresária, sex shops tem mais produtos voltados às mulheres do que aos homens. “Essa indústria todo mês tem lançamento. É um mercado que cresceu e se reinventou, justamente para atrair esse público feminino. A mulherada hoje está muito independente, sem se preocupar com a opinião dos outros”, esclareceu. 


No Instagram, Maísa faz sucesso: são mais de 70 mil seguidores, aos quais ela chama de "pepekudas" e “pepekudos”.