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Obras avançam em Criciúma

Projetos de repercussão na sociedade tiveram novos encaminhamentos
Por Bruna Borges Criciúma, 10/10/2018 - 07:31
Arquivo (Daniel Búrigo / A Tribuna)
Arquivo (Daniel Búrigo / A Tribuna)

Obras elencadas como necessárias pela população de Criciúma e que frequentemente voltam a ser assunto na cidade tiveram importantes encaminhamentos. Algumas pequenas, mas que ainda assim têm a sua importância para o cidadão, e outras de maior vulto, que atingem toda a população.

No grupo das maiores está construção do binário na Avenida Santos Dumont. Para que a obra possa se tornar realidade, a Administração Municipal efetuou a contratação de dois serviços que, juntos, somam mais de R$ 2 milhões.

“Essas empresas já estão trabalhando. Uma é de consultoria na parte técnica e financeira, é um acompanhamento que precisa ser feito, e a outra é do desenvolvimento do projeto executivo”, afirma a secretária de Infraestrutura, Planejamento e Mobilidade Urbana, Katia Smielevski. 

A duplicação da Avenida Santos Dumont é tida como uma alternativa para desafogar o trânsito da Avenida Centenário, a principal da cidade, ligando as regiões do Bairro Pinheirinho e do Bairro Próspera. O valor de mais de 17 milhões de dólares necessário para a execução será adquirido por meio de um empréstimo internacional que a Prefeitura fará com o Fundo Financeiro para o Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata).

“A contratação dessas empresas era uma obrigação nossa para conseguir o financiamento do Fonplata, é uma contrapartida obrigatória da Prefeitura”, afirma Katia. A expectativa é de que em 2019 o Município consiga o financiamento para a execução do projeto.

Acostamento na Mina Brasil  

Apesar de não tão onerosa para o Poder Público, outra obra em execução no momento e que fará a diferença principalmente para moradores do Bairro Mina Brasil é o conserto do acostamento na SC-108. 

Há alguns anos a estrutura da calçada desmoronou, avançando para perto das residências que ficam na parte de baixo, na Rua Maria de Sá Martinello. Desde então, a situação não havia sido contornada e o principal motivo alegado na época era de que o serviço precisaria ser feito em parceria com o Deinfra, já que se localiza no limite da rodovia estadual.

“A rodovia é estadual, mas a jurisdição é do Município, então estamos executando a obra. Ali é um pouco demorado, porque tem que ser feito tudo manual, não dá para utilizar máquinas”, explica Katia.

“Essa é uma obra muito importante, porque quando chove os moradores não conseguem dormir à noite com medo do que pode acontecer”, pontua a secretária.