Ir para o Conteúdo da página Ir para o Menu da página
Carregando Dados...
CORONAVÍRUS - Saiba mais aqui

O amor e a incerteza tratados no Avesso

Na data em que é comemorado o Dia dos Namorados, a rádio Som Maior recebeu um terapeuta de casais e um detetive particular
Vitor Netto
Por Vitor Netto Criciúma - SC, 12/06/2020 - 15:15
Foto: Vitor Netto / 4oito
Foto: Vitor Netto / 4oito

O amor e a paixão estiveram no ar no programa Do Avesso desta sexta-feira, 12. Ao mesmo tempo, o suspense e as desconfiança também estiveram presentes, isso porque a rádio Som Maior recebeu o psicólogo, terapeuta de casais e sexólogo, Abel Reck, e o detetive particular Paulo. Como hoje é comemorado o Dia dos Namorados, o programa abordou diversos assuntos envolvendo nada mais nada menos que o amor e a incerteza.  

O amor da atualidade

Conforme Abel, atualmente as pessoas estão mais conscientes na hora da paixão. "No amor vale tudo, só não pode faltar o respeito. Se tiver respeito e contrato entre as partes, vale tudo”, comenta. 

Mas ao mesmo tempo, muitas pessoas ainda cobram e esperam muito dos seus parceiros. “A gente vive em uma estrutura de amor muito romântico, em que a gente acredita que o outro vai suprir todos os nossos ideais, mas o outro é o outro. O outro é aquilo que está ali e depende de a gente aceitar ou partir para outra”, explica. “Nunca vai existir alguém que é 100% perfeito. Todos as pessoas têm suas características e temos que aceitar”, completa. 

Abel Reck, psicólogo, terapeuta de casais e sexólogo. (Foto: Vitor Netto / 4oito)

Conforme Abel, atualmente há outras formas de amor, como por exemplo as à distância e virtuais. “Os espaços se encurtaram. A gente consegue encontrar as pessoas muito rápido e que estão longe e construir relações mesmo não estando fisicamente perto. Isso facilita e também dificulta. Relacionamentos a distância necessitam de uma cabeça bem madura”, enfatiza. 

O trabalho do detetive no mundo do amor

Paulo atua há anos como detetive particular. O trabalho é legal e regulamentado. “Eu clareio aquilo que está escuro. A pessoa desconfia e eu acho”, explica. Quem ainda acredita que os detetives andam de cachimbo, capa e boina igual nos desenhos se enganam. “O profissional tem que entrar e sair de uma situação sem que ele seja percebido”, complementa.

Atualmente há diversas provas que fazem parte do trabalho do detetive, como fotografias, extrato de contas, vídeos, rastreador em carros entre outros materiais. “Existe toda uma estrutura e estratégia de trabalho. Eu não vou deixar um cliente na porta de um motel, por exemplo. Ele não me acompanha, a equipe vai e realiza o trabalho”, complementa.

Paulo atua há anos como detetive particular e não pode revelar sua identidade. (Foto: Vitor Netto / 4oito)

Conforme o detetive, a mulher é quem procura mais o serviço dos detetives, mas o homem é quem mais contrata. “Já aconteceu casos de chegar em porta de hotel, dar tiro, colocar fogo no carro entre outras tantas histórias”, pontua.